Obesidade – caso 1

M.F. (17 anos, estudantes) há três anos engordou 20 kg e nessa idade a convivência ficou ainda mais difícil.
Ela procurou vários médicos para tentar um regime, mas nenhum deu resultados além de perder 4-5 kg e, como parava a dieta, retomava os quilos perdidos em pouco tempo.
Os pais dela se separaram a 5 anos, e ela veio acompanhada do pai.
O caso pedia que fizéssemos uma exceção e deixamos o pai entrar junto com a filha durante a sessão, e foi a coisa mais importante que podia acontecer.

Durante a avaliação percebemos que durante a separação dos pais teve uma falta do pai perto da filha. O pai explicou que por vários fatores pessoais e de trabalho não pôde, por um ano, ficar perto da filha.

Começamos o trabalho que mostrou claramente como o pai representava o alicerce, o ponto de apoio e firmeza na vida dela. A separação causou muito medo nela de não poder ir para frente sozinha, perdeu o ponto de referência, seu alicerce na vida.

Por este fato a reação do corpo foi engordar para se proteger dos acontecimentos da vida.
Conseguimos ajudá-la a dessensibilizar o trauma e reequilibramos tanto o corpo físico como os energéticos.

M.F. Saiu da sessão mais tranquila, ciente de que os efeitos da terapia demoravam um tempo para aparecer. O que foi muito interessante, o pai relatou dois dias depois, que durante a viagem de retorno, no carro, eles tiveram a melhor conversa da vida, que o ajudou tanto pessoalmente como na relação dos dois. Tivemos um feedback depois de três meses, M.F. havia emagrecido 6 quilos e depois de mais 2 meses tinha chegado a perder 11 quilos.

Com certeza o tempo levará M.F. a encontrar o peso ideal, que agora não tem mais a influência de um trauma.

Rouquidão

P.O.M. (82 anos, aposentado) sofria de rouquidão há 8 meses. A filha que o acompanhava nos explicou que o problema começou quando o filho dele, ficou doente e após dois meses faleceu. Os médicos não conseguiram achar uma razão para a rouquidão, foi medicado, mas sem resultados.

Estava muito claro que a causa do problema estava ligada a perda do filho , mas precisávamos achar porque o corpo tinha desenvolvido a rouquidão.

A avaliação nos levou aos pulmões, onde percebemos quanta tristeza ele tinha passado e, em particular, quão pouco a expressou!
A filha nos confirmou que ele não compartilhou uma palavra sobre a morte do filho.

Mostramos a ele que o fato de não expressar sua tristeza causou a rouquidão. Ele nos explicou que nunca compartilhou o próprio sofrimento porque amava muito a mulher e nunca quis sobrecarregá-la com a sua dor! Ele sempre achou que conseguiria superar sozinho, mas agora que lhe mostramos tomou consciência que estava “afundando”.
O ajudamos a aliviar a tristeza trabalhando nos pulmões e também mostramos que a família dele compartilharia desse sofrimento. Este ato de recíproca ajuda seria vantajoso para ambas as partes.

P.O.M. voltou após 15 dias relatando que, com dificuldade, começou a compartilhar com os familiares as próprias emoções e que a rouquidão já tinha melhorado cerca de 60%.
Fizemos uma segunda sessão para dar um equilíbrio geral, tanto no plano físico como no energético. Ficamos em contato com P.O.M. que nos contou, que após um mês, a rouquidão havia desaparecido completamente, nos agradeceu, em particular, por ter entendido que compartilhar não sobrecarrega ninguém, pelo contrário, é uma grande ajuda para todos.

Problemas do Sistema Imunológico

S.S.O. (45 anos, empresário) sofria há vários anos de baixa imunidade, estando constantemente com problemas de saúde tipo gripe, febre, infecções de garganta, problemas de pele, sinusite, etc.
Esse quadro interferia bastante em sua vida pessoal e profissional. Procurou ajuda primeiramente na medicina alopática e depois passou para a fitoterapia, sem sucesso.

A avaliação indicou uma carência energética nos rins (diagnosticada também pelo médico da fitoterapia).
Durante o tratamento percebemos como a sua autoestima era baixa por causa de uma rigidez na educação na infância. Ele confirmou que cresceu com uma rigidez da parte dos pais, que o deixava muito frustrado.

Essa situação criou uma baixa autoestima que se manifestava, em particular, em sua vida afetiva.
O trauma permaneceu adormecido por vários anos até que, com o processo de sua separação da esposa alguns anos antes, desenvolveu a baixa imunidade e uma deficiência de energia nos rins.
Dessensibilizamos, em acordo com a Alma dele, a cena traumática e tratamos os rins para recuperar um nível de energia normal, equilibrando e harmonizando os corpos.

Após a primeira sessão S.S.O. reagiu com vômito de grande intensidade, o que não se repetiu nas demais sessões.
S.S.O. foi tratado a cada 15 dias por e meses, mas já no espaço de um mês reencontrou a alegria de viver e não apresentou mais os sintomas de baixa imunidade.

Dislexia ou DDA

M.P. (8 anos, estudante) veio com a mãe por dificuldades de atenção e leitura na escola.
Esses sintomas, como também a dificuldade em escrever, de calcular, ouvir, memorizar, etc. são chamados de dislexia. Hoje já existem vários tratamentos, mas o que a TISE pode proporcionar é maravilhoso.

A nossa avaliação mostrou claramente uma dislexia em M.P., quer dizer uma falta de conexões entre os dois hemisférios, uma falta de integração deles. O aparente problema complexo, pode ser resolvido com simples exercícios físicos ou energéticos, que se tornam uma brincadeiras para as crianças. Isso ajuda a integração dos dois hemisférios.

Trabalhamos energeticamente para ajudar a integração e testamos quais exercícios M.P. necessitava para reconectar todas as conexões. Com 3 semanas de exercícios, 2 vezes por dias por um tempo de 5 minutos, ele adquiriu uma concentração boa e a leitura começou a fluir com mais facilidade.

A mãe ficou surpresa com a rapidez da sua melhora. Explicamos que uma vez integrados os hemisférios o problema não se apresenta mais.
Gostaríamos de deixar claro que cada criança é única, quer dizer não podemos ter um modelo perfeito de aluno e querer que nossos filhos sejam iguais a ele. Cada um de nós é único, portanto é importante respeitar os limites de cada criança, ajudando-o a melhorar sem forçar a ser quem ele não é.

Necessidade frequente de urinar

D.D.J., 9 anos, a 3 meses tem necessidade de urinar com muita frequência durante o dia.
Ele já havia passado por um médico, que não encontrou nada de anormal na parte estrutural e fisiológica. A mãe dele nos relatou que o problema começou logo após a última viagem aos Estados Unidos.

A avaliação mostrou uma relação de medo que D.D.J. teria com os aviões. Perguntamos assim, para a mãe dele, como foi a viagem até os EUA, se tiveram algum problema ou se ele manifestou algum tipo de medo de viajar de avião. .

Ela contou que o filho havia sofrido muito pelo acidente que aconteceu em Julho de 2007 com o avião da TAM, em São Paulo, onde morreram 199 pessoas. Esse acidente desencadeou nele, inconscientemente, o medo de voar e, essa viagem poucos meses depois do acidente, foi para ele um grande desafio que não compartilhou com ninguém.

Esse medo se depositou na bexiga (que é a víscera que “guarda” o medo, juntamente com os rins), afetando sua função fisiológica.
Com o diálogo Alma-Alma, conseguimos ajudar D.D.J. a desprogramar esse medo e libertamos a bexiga do medo.

O corpo pediu uma limpeza e um reequilíbrio geral no nível energético, além de cuidados físicos. Durante todo o tratamento D.D.J. dormiu profundamente e acordá-lo foi difícil.
O fato de dormir foi uma ótima resposta da parte dele, que mostrou depositar toda a confiança no terapeuta e se entregou completamente, para liberar-se do próprio problema.
Já no dia seguinte a mãe nos relatou que D.D.J. não teve mais essa necessidade excessiva de urinar.

Ele voltou ao nosso consultório depois de 3 meses por um problema muscular, e nos contou que nunca mais teve a repetição daquele problema.

Surdez

L.N.C. (38 anos, comerciante) sofria há dois meses de surdez no ouvido esquerdo. Foi diagnosticado pelo médico como sendo uma infecção e receitado antibiótico, mas a surdez não melhorou.

A avaliação nos levou na região do abdômen, a nossa sensação foi que ela se apavorou por alguma razão em uma discussão. Perguntamos se tinha acontecido algo parecido a uns dois meses. Ela explicou que dois meses atrás estava falando com o marido e, como a situação entre eles nos últimos 3 anos não andava muita clara, ela perguntou se ele queria ainda ficar casado com ela.
O marido estava sentado do seu lado esquerdo e a resposta foi NÃO!

Nesse momento chegamos à causa da surdez de L.N.C. A resposta negativa era inaceitável para ela, quer dizer, ela não queria ouvir isso.
A resposta do corpo foi tapar o ouvido para não ouvir.
A ajudamos a dessensibilizar a cena e a harmonizar os vários corpos. Foi incrível a imediata reação do corpo, em poucas horas o ouvido voltou ao normal.
Para L.N.C. uma sessão foi suficiente para encontrar a cura do seu problema.

Rouquidão

P.O.M. (82 anos, aposentado) sofria de rouquidão há 8 meses. A filha que o acompanhava nos explicou que o problema começou quando o filho dele, ficou doente e após dois meses faleceu. Os médicos não conseguiram achar uma razão para a rouquidão, foi medicado, mas sem resultados.

Estava muito claro que a causa do problema estava ligada a perda do filho , mas precisávamos achar porque o corpo tinha desenvolvido a rouquidão.

A avaliação nos levou aos pulmões, onde percebemos quanta tristeza ele tinha passado e, em particular, quão pouco a expressou!
A filha nos confirmou que ele não compartilhou uma palavra sobre a morte do filho.

Mostramos a ele que o fato de não expressar sua tristeza causou a rouquidão. Ele nos explicou que nunca compartilhou o próprio sofrimento porque amava muito a mulher e nunca quis sobrecarregá-la com a sua dor! Ele sempre achou que conseguiria superar sozinho, mas agora que lhe mostramos tomou consciência que estava “afundando”.
O ajudamos a aliviar a tristeza trabalhando nos pulmões e também mostramos que a família dele compartilharia desse sofrimento. Este ato de recíproca ajuda seria vantajoso para ambas as partes.

P.O.M. voltou após 15 dias relatando que, com dificuldade, começou a compartilhar com os familiares as próprias emoções e que a rouquidão já tinha melhorado cerca de 60%.
Fizemos uma segunda sessão para dar um equilíbrio geral, tanto no plano físico como no energético. Ficamos em contato com P.O.M. que nos contou, que após um mês, a rouquidão havia desaparecido completamente, nos agradeceu, em particular, por ter entendido que compartilhar não sobrecarrega ninguém, pelo contrário, é uma grande ajuda para todos.

Asma

J.Z. (comerciante, 36 anos) tinha crises de asma há 2 anos, que apareciam de vez em quando, sem nenhuma lógica, e estava atrapalhando muito a vida dele.
Nestes dois anos ele não tomou nenhum remédio, mas nos procurou porque estava piorando.

A avaliação indicou uma relação com a falta de expressão, repressão interna, e isso tinha relação com alguém muito próximo a ele.
J.Z. comentou sobre o recente casamento dele, mas não sabia explicar o sentido das nossas palavras.

Com a sustentação terapêutica, o ajudamos a enxergar que desde que conheceu sua mulher (há 2 anos e meio), ele se fechou não conseguindo se expressar totalmente. A mulher dele, inconscientemente, colocava limites na vida de J.Z., e ele não conseguia se libertar dessa pressão.
Tudo isso era parcialmente inconsciente, durante o tratamento ele conseguiu tomar consciência de como se sentia preso.

Na primeira sessão conseguimos soltar a restrição que atrapalhava o despertar dele, o tratamento continuou a cada 15 dias, por 2 meses.
Neste tempo o ajudamos a se fortalecer e acessar todo o seu potencial.
A asma diminuiu 70 % depois da primeira sessão e sumiu nesses dois meses.

J.Z. nos relatou, 6 meses depois, que nunca mais teve asma e que sua vida mudou, não só no relacionamento com a esposa mas também com as outras pessoas, ficou mais equilibrada e com melhor qualidade.

Dislexia ou DDA

M.P. (8 anos, estudante) veio com a mãe por dificuldades de atenção e leitura na escola.
Esses sintomas, como também a dificuldade em escrever, de calcular, ouvir, memorizar, etc. são chamados de dislexia. Hoje já existem vários tratamentos, mas o que a TISE pode proporcionar é maravilhoso.

A nossa avaliação mostrou claramente uma dislexia em M.P., quer dizer uma falta de conexões entre os dois hemisférios, uma falta de integração deles. O aparente problema complexo, pode ser resolvido com simples exercícios físicos ou energéticos, que se tornam uma brincadeiras para as crianças. Isso ajuda a integração dos dois hemisférios.

Trabalhamos energeticamente para ajudar a integração e testamos quais exercícios M.P. necessitava para reconectar todas as conexões. Com 3 semanas de exercícios, 2 vezes por dias por um tempo de 5 minutos, ele adquiriu uma concentração boa e a leitura começou a fluir com mais facilidade.

A mãe ficou surpresa com a rapidez da sua melhora. Explicamos que uma vez integrados os hemisférios o problema não se apresenta mais.
Gostaríamos de deixar claro que cada criança é única, quer dizer não podemos ter um modelo perfeito de aluno e querer que nossos filhos sejam iguais a ele. Cada um de nós é único, portanto é importante respeitar os limites de cada criança, ajudando-o a melhorar sem forçar a ser quem ele não é.

Necessidade frequente de urinar

D.D.J., 9 anos, a 3 meses tem necessidade de urinar com muita frequência durante o dia.
Ele já havia passado por um médico, que não encontrou nada de anormal na parte estrutural e fisiológica. A mãe dele nos relatou que o problema começou logo após a última viagem aos Estados Unidos.

A avaliação mostrou uma relação de medo que D.D.J. teria com os aviões. Perguntamos assim, para a mãe dele, como foi a viagem até os EUA, se tiveram algum problema ou se ele manifestou algum tipo de medo de viajar de avião. .

Ela contou que o filho havia sofrido muito pelo acidente que aconteceu em Julho de 2007 com o avião da TAM, em São Paulo, onde morreram 199 pessoas. Esse acidente desencadeou nele, inconscientemente, o medo de voar e, essa viagem poucos meses depois do acidente, foi para ele um grande desafio que não compartilhou com ninguém.

Esse medo se depositou na bexiga (que é a víscera que “guarda” o medo, juntamente com os rins), afetando sua função fisiológica.
Com o diálogo Alma-Alma, conseguimos ajudar D.D.J. a desprogramar esse medo e libertamos a bexiga do medo.

O corpo pediu uma limpeza e um reequilíbrio geral no nível energético, além de cuidados físicos. Durante todo o tratamento D.D.J. dormiu profundamente e acordá-lo foi difícil.
O fato de dormir foi uma ótima resposta da parte dele, que mostrou depositar toda a confiança no terapeuta e se entregou completamente, para liberar-se do próprio problema.
Já no dia seguinte a mãe nos relatou que D.D.J. não teve mais essa necessidade excessiva de urinar.

Ele voltou ao nosso consultório depois de 3 meses por um problema muscular, e nos contou que nunca mais teve a repetição daquele problema.

TPM ( Tensão pré Menstrual)

R.F. (14 anos, estudante) nos procurou, com sua mãe, por fortes dores de TPM.
A mãe dela nos explicou que há 3 anos, depois que começou a menstruar, ela sofria muito de TPM e mesmo tomando a pílula contraceptiva (hormônios) aconselhada pelo ginecologista, as dores da TPM não diminuíram.A avaliação nos levou a região dos rins com uma sensação de abuso sexual. A Alma nos convidou a trabalhar primeiramente no plano físico, onde começamos a perceber duas emoções: raiva e medo.
Perguntamos se ela se lembrava de algum acontecimento onde se sentiu abusada ou invadida.
Ela contou que na idade de 8 anos um homem abusou sexualmente dela.

O importante, nesses casos, é não julgar e ficar completamente neutros, para poder ajudar o paciente na profundidade.
Falamos para ela ficar tranquila que tudo podia ser resolvido, que da nossa parte tiraríamos aquela raiva e medo que tanto a angustiava e ao mesmo tempo geravam as dores de TPM.

Com suavidade e muito amor a ajudamos a eliminar a raiva e em seguida desprogramamos a cena e harmonizamos os vários corpos.
Foi incrível a sensação que o corpo dela nos passou, todo o corpo relaxou e, ao mesmo tempo, dissolveu aquele medo preso há 6 anos.
Naquele instante ela abriu os olhos sorrindo e exclamou: “Obrigada!”.

Parecia que ela própria sabia que o problema estava resolvido.
Ficamos em contato com a mãe, que nos relatou 3 meses depois, que os problemas de TPM não apareceram mais.

TPM ( Tensão pré Menstrual)

R.F. (14 anos, estudante) nos procurou, com sua mãe, por fortes dores de TPM.
A mãe dela nos explicou que há 3 anos, depois que começou a menstruar, ela sofria muito de TPM e mesmo tomando a pílula contraceptiva (hormônios) aconselhada pelo ginecologista, as dores da TPM não diminuíram.A avaliação nos levou a região dos rins com uma sensação de abuso sexual. A Alma nos convidou a trabalhar primeiramente no plano físico, onde começamos a perceber duas emoções: raiva e medo.
Perguntamos se ela se lembrava de algum acontecimento onde se sentiu abusada ou invadida.
Ela contou que na idade de 8 anos um homem abusou sexualmente dela.

O importante, nesses casos, é não julgar e ficar completamente neutros, para poder ajudar o paciente na profundidade.
Falamos para ela ficar tranquila que tudo podia ser resolvido, que da nossa parte tiraríamos aquela raiva e medo que tanto a angustiava e ao mesmo tempo geravam as dores de TPM.

Com suavidade e muito amor a ajudamos a eliminar a raiva e em seguida desprogramamos a cena e harmonizamos os vários corpos.
Foi incrível a sensação que o corpo dela nos passou, todo o corpo relaxou e, ao mesmo tempo, dissolveu aquele medo preso há 6 anos.
Naquele instante ela abriu os olhos sorrindo e exclamou: “Obrigada!”.

Parecia que ela própria sabia que o problema estava resolvido.
Ficamos em contato com a mãe, que nos relatou 3 meses depois, que os problemas de TPM não apareceram mais.

Fibromialgia

B.S. (médica, 50 anos) sofria há 10 anos de fibromialgia. Tomou medicamentos nesse período para minimizar a dor e poder viver.
A fibromialgia é uma doença recente, ainda em parte desconhecida e, pela alopatia, não temos por enquanto uma cura definitiva.

Foi muito interessante a avaliação de B.S., que nos mostrou um grande bloqueio energético na região da cabeça, com uma repercussão na coluna. A falta parcial de energia na coluna dava como consequência uma deficiência geral no corpo, repercutindo em dores musculares. Essa era a causa da fibromialgia.
Começamos a desbloquear a energia na cabeça, para a mesma poder fluir na coluna e energizar todo o corpo. Para que esse processo pudesse terminar, precisávamos de uma permissão verbal de B.S. Isso não é recorrente nos procedimentos, mas nesse caso a indicação foi da Alma muito clara.

Com discrição perguntamos se ela tinha consciência da própria mediunidade, e o fato de estar fechada. Ela explicou que já trabalhou em centro espíritas por vários anos como médium, mas por razões de falta de sustento ela decidiu fechar esse canal para evitar possíveis problemas.
Nesse momento entendemos o porquê da permissão dela. Explicamos para B.S. qual era a causa da fibromialgia (ter fechado o canal mediúnico) e perguntamos se estava disposta a sustentar a reabertura.
Depois de discutir sobre o assunto um tempo, ela aceitou com plena convicção que era o melhor para ela.
Começamos o processo de abertura que demandou um tempo. Quando completou a abertura, a energia voltou a fluir plenamente na coluna e no corpo todo. Nosso trabalho se limitou a verificar que todos os corpos recebessem energia de forma plena.

B.S. voltou após 15 dias, relatando que as dores melhoraram cerca de 80%. Agora, com o corpo reenergizado, começamos a tratá-lo para restabelecer o equilibro nas articulações e nos músculos, que haviam sofrido por tanto tempo.

Vimos B.S. após 2 meses, que nos relatou não ter mais dores e não tomar mais medicamentos para esse fim. Hoje já se passaram 3 anos do tratamento e B.S. está sem dores.

Esse caso parece irreal, porque 10 anos de dores curados em 2 sessões parece mentira. Mas o que podemos falar, é que quando se descobre a raiz do problema, a cura pode ser rápida, especialmente quando existe uma colaboração da pessoa. Com isso não queremos dizer que todos os casos de fibromialgia tem como origem uma mediunidade fechada.

Infertilidade e Ovários Policísticos

B.F.V. (26 anos, jornalista) sofria há um ano de infertilidade e nos últimos 2 meses constataram ovários policísticos como sendo a causa da infertilidade.>
Além disso B.F.V. sofria de dor de estômago e quando a conhecemos estava tomando um remédio muito forte contra a dor.

A avaliação mostrou que os sintomas tinham uma conexão com a relação com o pai na infância. Perguntamos se ela lembrava alguma coisa sobre a infância e em particular relacionada ao pai. A expressão dela mudou, e as palavras começaram sair com um tom de raiva. B.F.V. começou contar quando na idade de 2 anos o pai a abandonou. A acompanhamos durante essa narração e com o nosso sustento ela conseguiu lembrar episódios onde o pai a magoou muito e a desrespeitou em várias situações.

B.F.V. vivenciou naquele momento como foi para ela, aos 2 anos de idade, a visão de família, que certamente não foi boa.

Essa marca da infância, aparece no relacionamento com o marido e, em particular, no fato que não consegue engravidar. No próprio interior B.F.V. acha que engravidar e ter uma família seria cair na mesma situação que ela vivenciou, portanto, inconscientemente ela está se auto sabotando.>
O tratamento se limitou a uma harmonização e a uma ajuda profunda para enfrentar a questão com o pai. A sessão terminou deixando-a aliviada, e com o problema do pai mais presente.

Depois de 15 dias, na segunda sessão, com o diálogo Alma à Alma, conseguindo ajudá-la no processo do perdão e se livrar dessa carga pesada que estava atrapalhando sua vida .

Perdoar significa perdoar com o coração e não somente com a mente. O perdão com o coração liberta na hora de qualquer carga que estávamos carregando.>
O fato de a TISE poder falar com a Alma da pessoa, pode ajudar a confirmar se o perdão é de coração ou somente da mente.

O corpo todo reagiu prontamente, e no nível energético teve uma renovação que B.F.V. percebeu como um bem estar imediato.

Ficamos em contato com ela que, além de melhorar muito a convivência com o marido, pelo desaparecimento de muitos bloqueios da parte dela, depois de 2 meses ficou grávida.>
É sempre muito interessante ver como o nosso corpo reage com os acontecimentos da vida.

Infertilidade e Ovários Policísticos

B.F.V. (26 anos, jornalista) sofria há um ano de infertilidade e nos últimos 2 meses constataram ovários policísticos como sendo a causa da infertilidade.>
Além disso B.F.V. sofria de dor de estômago e quando a conhecemos estava tomando um remédio muito forte contra a dor.

A avaliação mostrou que os sintomas tinham uma conexão com a relação com o pai na infância. Perguntamos se ela lembrava alguma coisa sobre a infância e em particular relacionada ao pai. A expressão dela mudou, e as palavras começaram sair com um tom de raiva. B.F.V. começou contar quando na idade de 2 anos o pai a abandonou. A acompanhamos durante essa narração e com o nosso sustento ela conseguiu lembrar episódios onde o pai a magoou muito e a desrespeitou em várias situações.

B.F.V. vivenciou naquele momento como foi para ela, aos 2 anos de idade, a visão de família, que certamente não foi boa.

Essa marca da infância, aparece no relacionamento com o marido e, em particular, no fato que não consegue engravidar. No próprio interior B.F.V. acha que engravidar e ter uma família seria cair na mesma situação que ela vivenciou, portanto, inconscientemente ela está se auto sabotando.>
O tratamento se limitou a uma harmonização e a uma ajuda profunda para enfrentar a questão com o pai. A sessão terminou deixando-a aliviada, e com o problema do pai mais presente.

Depois de 15 dias, na segunda sessão, com o diálogo Alma à Alma, conseguindo ajudá-la no processo do perdão e se livrar dessa carga pesada que estava atrapalhando sua vida .

Perdoar significa perdoar com o coração e não somente com a mente. O perdão com o coração liberta na hora de qualquer carga que estávamos carregando.>
O fato de a TISE poder falar com a Alma da pessoa, pode ajudar a confirmar se o perdão é de coração ou somente da mente.

O corpo todo reagiu prontamente, e no nível energético teve uma renovação que B.F.V. percebeu como um bem estar imediato.

Ficamos em contato com ela que, além de melhorar muito a convivência com o marido, pelo desaparecimento de muitos bloqueios da parte dela, depois de 2 meses ficou grávida.>
É sempre muito interessante ver como o nosso corpo reage com os acontecimentos da vida.

Hiperatividade

A hiperatividade é um fenômeno sempre mais diagnosticado nas crianças, mas nós achamos que, na realidade, existem vários fatores que devem ser considerados, antes de tratá-las com remédio. Um caso interessante é N.V. (6 anos) que foi diagnosticada hiperativa, com falta de atenção, dor de cabeça e com um sono inquieto e cheio de pesadelos.

Um fator que deve ser considerado é a possibilidade de uma compressão entre o atlas (primeira vértebra cervical) e o osso occipital. Essa compressão, pela nossa experiência, provoca esses sintomas, atrapalhando muito a vida da criança.
A avaliação mostrou claramente uma forte compressão entre o atlas e o occipital e uma leve tensão em toda a coluna. Durante o trabalho, reequilibramos várias estruturas físicas e energéticas. Em duas sessões conseguimos reequilibrar N.V.

Foi interessante ver, durante o tratamento, a sensibilidade de N.V., que a cada manipulação sutil ela percebia tudo o que acontecia no interior do corpo. Essa resposta é típica das crianças, a sensibilidade delas é maior.
Depois das duas primeiras sessões o resultado foi surpreendente. N.V. conseguiu dormir sonos tranquilos, a hiperatividade e a atenção melhoraram 80% e a dor de cabeça sumiu.

Sua mãe nos relatou como N.V. mudou o lado afetivo depois das duas sessões. Ela está muito mais carinhosa e expansiva, senta no colo pedindo carinho, uma coisa que nunca havia feito.
Tratamos N.V. uma vez por mês por alguns meses, por alguns problemas menores. A hiperatividade e os problemas do sono não precisaram mais de tratamento.

Hiperatividade

A hiperatividade é um fenômeno sempre mais diagnosticado nas crianças, mas nós achamos que, na realidade, existem vários fatores que devem ser considerados, antes de tratá-las com remédio. Um caso interessante é N.V. (6 anos) que foi diagnosticada hiperativa, com falta de atenção, dor de cabeça e com um sono inquieto e cheio de pesadelos.

Um fator que deve ser considerado é a possibilidade de uma compressão entre o atlas (primeira vértebra cervical) e o osso occipital. Essa compressão, pela nossa experiência, provoca esses sintomas, atrapalhando muito a vida da criança.
A avaliação mostrou claramente uma forte compressão entre o atlas e o occipital e uma leve tensão em toda a coluna. Durante o trabalho, reequilibramos várias estruturas físicas e energéticas. Em duas sessões conseguimos reequilibrar N.V.

Foi interessante ver, durante o tratamento, a sensibilidade de N.V., que a cada manipulação sutil ela percebia tudo o que acontecia no interior do corpo. Essa resposta é típica das crianças, a sensibilidade delas é maior.
Depois das duas primeiras sessões o resultado foi surpreendente. N.V. conseguiu dormir sonos tranquilos, a hiperatividade e a atenção melhoraram 80% e a dor de cabeça sumiu.

Sua mãe nos relatou como N.V. mudou o lado afetivo depois das duas sessões. Ela está muito mais carinhosa e expansiva, senta no colo pedindo carinho, uma coisa que nunca havia feito.
Tratamos N.V. uma vez por mês por alguns meses, por alguns problemas menores. A hiperatividade e os problemas do sono não precisaram mais de tratamento.

Desânimo

F.D. (56 anos, empresário) estava há 6 meses com um grande desânimo que o deixava sem chão. Ele foi muito ativo a vida toda e, nesses últimos meses, a vontade e a força para trabalhar diminuíram visivelmente.
Ele nos contou que nos últimos 20 anos nunca havia tirado férias. Amava tanto o trabalho que trabalhar era como sair de férias.

A avaliação mostrou vários bloqueios, nos rins, uma falta geral de circulação de energia no corpo, nos chakras e um problema físico na parte cervical da coluna.
O trabalho começou nos rins, onde tiramos o bloqueio e equilibramos a energia dos mesmos.

A Alma nos convidou, em seguida, a tratar a parte cervical, onde foram reposicionadas algumas vértebras e foi realinhado o canal energético.
Esse realinhamento abriu a energia no corpo todo, o que muito nos ajudou para restabelecer uma boa circulação da mesma. Tudo isso levou cerca 40 minutos. Terminamos a sessão equilibrando os chakras e mostrando para ele que substituir as férias com o trabalho não é a mesma coisa.

As férias, mesmo que breves, são muito importante para reenergizar o corpo e relaxar o físico e a mente.

Encontramos com F.D. após 2 meses, que nos relatou como a vida dele mudou, conseguiu tirar férias de 5 dias onde, além de descansar e se reenergizar, entendeu a importância do lazer para o bem-estar e a saúde do corpo, mente e alma.

Desânimo

F.D. (56 anos, empresário) estava há 6 meses com um grande desânimo que o deixava sem chão. Ele foi muito ativo a vida toda e, nesses últimos meses, a vontade e a força para trabalhar diminuíram visivelmente.
Ele nos contou que nos últimos 20 anos nunca havia tirado férias. Amava tanto o trabalho que trabalhar era como sair de férias.

A avaliação mostrou vários bloqueios, nos rins, uma falta geral de circulação de energia no corpo, nos chakras e um problema físico na parte cervical da coluna.
O trabalho começou nos rins, onde tiramos o bloqueio e equilibramos a energia dos mesmos.

A Alma nos convidou, em seguida, a tratar a parte cervical, onde foram reposicionadas algumas vértebras e foi realinhado o canal energético.
Esse realinhamento abriu a energia no corpo todo, o que muito nos ajudou para restabelecer uma boa circulação da mesma. Tudo isso levou cerca 40 minutos. Terminamos a sessão equilibrando os chakras e mostrando para ele que substituir as férias com o trabalho não é a mesma coisa.

As férias, mesmo que breves, são muito importante para reenergizar o corpo e relaxar o físico e a mente.

Encontramos com F.D. após 2 meses, que nos relatou como a vida dele mudou, conseguiu tirar férias de 5 dias onde, além de descansar e se reenergizar, entendeu a importância do lazer para o bem-estar e a saúde do corpo, mente e alma.

Depressão

F.G. foi encaminhada para uma sessão de TISE a terapia da Alma pela própria psicóloga. Ela estava em depressão havia 10 anos e durante este tempo tomava antidepressivos e calmantes.
O seu ex-marido, depois de 25 anos de casamento, tinha ido embora com uma mulher 20 anos mais jovem e F.G. nunca conseguiu perdoá-lo.
Estava vivendo com muita raiva e mágoa e não conseguia ter outro relacionamento sem pensar no seu ex-marido.

O tratamento nos levou diretamente ao fígado. A sensação era que o fígado queria “sair” do corpo, explodir. Descrever uma sensação não é fácil, mas imaginem bolhas no interior do fígado, que saiam estourando e liberando energia. Tudo isso durou uns minutos e, nesse tempo, a nossa tarefa era só ficar à escuta e acompanhar o que estava acontecendo.

Uma vez liberado o fígado da toda a raiva acumulada, começamos um diálogo com a Alma para ajudá-la a perdoar. Durante o tratamento F.G. começou a chorar e a cabeça dela iniciou a procura de um novo equilíbrio, mexendo-se em várias direções. No momento em que conseguimos facilitar o caminho do perdão, F.G. parou de chorar e se sentiu bem mais leve.

F.G. voltou depois de uma semana, mais feliz. Ela relatou que vomitou bílis por três dias, mas ficou tranquila sabendo que era uma reação de purificação. Explicamos que nesse caso, a bílis que vomitou era toda a raiva e o rancor que saíram de seu corpo, e que não podia ter acontecido coisa melhor.

Foi incrível notar como a estrutura energética e física do fígado e do tórax estavam diferentes. Aplicamos um tratamento geral, para harmonizar e equilibrar todos os corpos.
Ela voltou a fazer terapia com a psicóloga, mas desta vez com uma nova visão do problema.
Ficamos em contato com a psicóloga que nos relatou, seis meses depois, que F.G. encontrou finalmente um novo amor, estava feliz e apaixonada.

Depressão

F.G. foi encaminhada para uma sessão de TISE a terapia da Alma pela própria psicóloga. Ela estava em depressão havia 10 anos e durante este tempo tomava antidepressivos e calmantes.
O seu ex-marido, depois de 25 anos de casamento, tinha ido embora com uma mulher 20 anos mais jovem e F.G. nunca conseguiu perdoá-lo.
Estava vivendo com muita raiva e mágoa e não conseguia ter outro relacionamento sem pensar no seu ex-marido.

O tratamento nos levou diretamente ao fígado. A sensação era que o fígado queria “sair” do corpo, explodir. Descrever uma sensação não é fácil, mas imaginem bolhas no interior do fígado, que saiam estourando e liberando energia. Tudo isso durou uns minutos e, nesse tempo, a nossa tarefa era só ficar à escuta e acompanhar o que estava acontecendo.

Uma vez liberado o fígado da toda a raiva acumulada, começamos um diálogo com a Alma para ajudá-la a perdoar. Durante o tratamento F.G. começou a chorar e a cabeça dela iniciou a procura de um novo equilíbrio, mexendo-se em várias direções. No momento em que conseguimos facilitar o caminho do perdão, F.G. parou de chorar e se sentiu bem mais leve.

F.G. voltou depois de uma semana, mais feliz. Ela relatou que vomitou bílis por três dias, mas ficou tranquila sabendo que era uma reação de purificação. Explicamos que nesse caso, a bílis que vomitou era toda a raiva e o rancor que saíram de seu corpo, e que não podia ter acontecido coisa melhor.

Foi incrível notar como a estrutura energética e física do fígado e do tórax estavam diferentes. Aplicamos um tratamento geral, para harmonizar e equilibrar todos os corpos.
Ela voltou a fazer terapia com a psicóloga, mas desta vez com uma nova visão do problema.
Ficamos em contato com a psicóloga que nos relatou, seis meses depois, que F.G. encontrou finalmente um novo amor, estava feliz e apaixonada.

Crise de Pânico e Asma

L.E.G. (20 anos, estudante) nos procurou com crise de pânico.
Ela estava em terapia com psicólogo e tomando medicamento para conter as crises.
O remédio estava dando bons resultados, mas ela tinha consciência que isso não era a cura. Ela nos contou que não se relacionava bem com a mãe e com a segunda esposa do seu pai. Em geral não se relacionava bem com mulheres.

A nossa avaliação nos mostrou um trauma profundo e antigo, de forma mais precisa no terceiro mês da gestação dela, quando a mãe a recusou, não querendo ter a filha, ao contrário do pai.
O interessante foi que quando perguntamos a ela, disse que a mãe sempre lhe falou o contrário, que, sendo inesperada, o pai não queria tê-la.

O tratamento foi rápido, conseguimos desprogramar esse trauma e liberar a energia presa, favorecendo um “novo nascimento”e uma mudança profunda. Durante o tratamento percebemos também a dificuldade que ela tinha em se entregar por medo de ser traída.

Esse comportamento é sequela do trauma que tratamos. A rejeição da mãe ainda na gestação, marcou de uma forma tão profunda L.E.G. que na vida não conseguia confiar mais em ninguém.
O trauma não se limitava a esses sintomas, encontramos também um bloqueio na sexualidade e uma tendência a brigar com facilidade.

Uma vez desprogramado o trauma, reabrimos os canais energéticos e harmonizamos os vários corpos. O reequilíbrio levou uns 15 minutos, mas o resultado foi maravilhoso.
L.E.G. agora estava preenchida de energia, ela precisava somente de uma semana de tempo para deixar que o corpo se adaptasse ao novo equilíbrio.

Ela voltou depois de 15 dias relatando que não teve grandes melhoras. A única diferença foi que não procurou o pai com tanta assiduidade como estava acostumada.
Quando a avaliamos, foi interessante notar como um bloqueio energético no meio do tronco estava impedindo que os reequilíbrios proporcionados na primeira sessão se consolidassem. A origem desse bloqueio, que era de fundo emocional, é muito interessante.

L.E.G. gerou, de forma inconsciente, muito medo pela grande mudança que estava acontecendo internamente. Esse medo se instalava nos rins. No interior de cada um de nós existe um lado inconsciente que não quer mudar o nosso estado atual, por mais difícil que esteja a vida é o que conhecemos e partir para algo desconhecido muitas vezes apavora. Portanto ela optava por este porto seguro que, bem ou mal, funcionou por 20 anos!

O trabalho foi rápido, ajudamos a soltar essa energia de medo dos rins que automaticamente abriu o bloqueio, conversando com o interior dela, ajudando-a na entrega. O tratamento continuou quase exclusivamente de forma energética, equilibrando os vários corpos realizando os coligamentos necessários para dar uma harmonia geral.

L.E.G. nos relatou após 30 dias que a sua vida mudou, a insegurança e o vazio interior não tomavam mais conta dela. Começou a perceber que internamente reinava uma tranquilidade profunda. Em acordo com o médico L.E.G. Começou a diminuir a dose dos remédios até parar, e podemos dizer que começou uma nova vida.

É claro que para ter uma mudança desse tipo, a pessoa deve estar disposta a se colocar em discussão e, em particular, ter uma mudança de atitude. O simples fato de fazer terapia não é suficiente para ter mudanças tão significativas.

Crise de Pânico e Asma

L.E.G. (20 anos, estudante) nos procurou com crise de pânico.
Ela estava em terapia com psicólogo e tomando medicamento para conter as crises.
O remédio estava dando bons resultados, mas ela tinha consciência que isso não era a cura. Ela nos contou que não se relacionava bem com a mãe e com a segunda esposa do seu pai. Em geral não se relacionava bem com mulheres.

A nossa avaliação nos mostrou um trauma profundo e antigo, de forma mais precisa no terceiro mês da gestação dela, quando a mãe a recusou, não querendo ter a filha, ao contrário do pai.
O interessante foi que quando perguntamos a ela, disse que a mãe sempre lhe falou o contrário, que, sendo inesperada, o pai não queria tê-la.

O tratamento foi rápido, conseguimos desprogramar esse trauma e liberar a energia presa, favorecendo um “novo nascimento”e uma mudança profunda. Durante o tratamento percebemos também a dificuldade que ela tinha em se entregar por medo de ser traída.

Esse comportamento é sequela do trauma que tratamos. A rejeição da mãe ainda na gestação, marcou de uma forma tão profunda L.E.G. que na vida não conseguia confiar mais em ninguém.
O trauma não se limitava a esses sintomas, encontramos também um bloqueio na sexualidade e uma tendência a brigar com facilidade.

Uma vez desprogramado o trauma, reabrimos os canais energéticos e harmonizamos os vários corpos. O reequilíbrio levou uns 15 minutos, mas o resultado foi maravilhoso.
L.E.G. agora estava preenchida de energia, ela precisava somente de uma semana de tempo para deixar que o corpo se adaptasse ao novo equilíbrio.

Ela voltou depois de 15 dias relatando que não teve grandes melhoras. A única diferença foi que não procurou o pai com tanta assiduidade como estava acostumada.
Quando a avaliamos, foi interessante notar como um bloqueio energético no meio do tronco estava impedindo que os reequilíbrios proporcionados na primeira sessão se consolidassem. A origem desse bloqueio, que era de fundo emocional, é muito interessante.

L.E.G. gerou, de forma inconsciente, muito medo pela grande mudança que estava acontecendo internamente. Esse medo se instalava nos rins. No interior de cada um de nós existe um lado inconsciente que não quer mudar o nosso estado atual, por mais difícil que esteja a vida é o que conhecemos e partir para algo desconhecido muitas vezes apavora. Portanto ela optava por este porto seguro que, bem ou mal, funcionou por 20 anos!

O trabalho foi rápido, ajudamos a soltar essa energia de medo dos rins que automaticamente abriu o bloqueio, conversando com o interior dela, ajudando-a na entrega. O tratamento continuou quase exclusivamente de forma energética, equilibrando os vários corpos realizando os coligamentos necessários para dar uma harmonia geral.

L.E.G. nos relatou após 30 dias que a sua vida mudou, a insegurança e o vazio interior não tomavam mais conta dela. Começou a perceber que internamente reinava uma tranquilidade profunda. Em acordo com o médico L.E.G. Começou a diminuir a dose dos remédios até parar, e podemos dizer que começou uma nova vida.

É claro que para ter uma mudança desse tipo, a pessoa deve estar disposta a se colocar em discussão e, em particular, ter uma mudança de atitude. O simples fato de fazer terapia não é suficiente para ter mudanças tão significativas.

Autismo

(16 anos) é um aluno da AMA de uma cidade do interior de São Paulo. Ele é autista, não fala, mas entende quase tudo, apresenta comportamento violento consigo mesmo, procurando se ferir na cabeça, nas costas e nos braços e dorme só 2 horas por noite, deixando sua mãe desesperada.

A nossa experiência com pessoas autistas como C.V. nos mostra geralmente uma restrição física na base craniana, que pode ser a causa deste tipo de comportamento violento. Após uma avaliação em CV, direcionamos o trabalho na base craniana, onde realmente havia uma forte compressão.

A restrição era múltipla e foi necessário duas sessões, com 15 dias entre elas, para conseguir soltá-la completamente. O tratamento é suave e ao mesmo tempo profundo o que fez com que ele ficasse bem tranquilo durante o tratamento.

Após a segunda sessão C.V. não apresentava mais o comportamento violento, parou totalmente, mas ainda não dormia a noite toda. O tratamento dele continuou por quatro meses, passando por tratamentos gerais. Ele nunca mais teve comportamentos violentos e autodestrutivos e a convivência na escola melhorou, passou a ter também mais atenção nos trabalhos. O sono melhorou levemente mas ainda dorme muito pouco.

Ansiedade

Conhecemos B.R. (professora, 40 anos) na apresentação de uma palestra sobre a TISE a terapia da Alma que nessa ocasião deitou-se na maca para uma demonstração.
Ela reclamava de uma dor na perna esquerda há 5 anos, após ter batido violentamente contra a pia.

Uma semana depois da demonstração ela voltou para uma sessão completa.
Além da perna, ela contou que sofria de ansiedade e de insônia. A avaliação nos mostrou que as dores físicas eram somente a “ponta do iceberg”, tínhamos a forte sensação de que era alguma coisa profunda, por enquanto ainda não acessível.
O trabalho da primeira sessão foi um reequilíbrio, criando estrutura para acessar à raiz profunda.

A segunda sessão foi depois de duas semanas, B.R. Nos relatou que teve vômitos, muita ansiedade e nervosismo, a tal ponto de pedir licença na escola onde trabalhava porque não conseguia mais se relacionar com os alunos com tranquilidade e tinha receio de perder o controle.
Nesse atendimento conseguimos acessar a raiz profunda.

Ao acessar essa restrição B.R. começou uma “viagem” no seu interior, onde da nossa parte ficamos sustentando e acompanhando. Ela viu várias imagens antes de se sentir no útero da sua mãe. Ela já estava com 9 meses de gestação e, com expressão de medo e ansiedade no rosto, ela contou que não queria nascer, porque seus pais não a queriam!

Com o trabalho de dessensibilização a ajudamos a nascer, logo a seguir nos relatou que, uma semana depois de seu nascimento, o pai queria jogá-la da janela. Foi necessário um bom tempo para dessensibilizar aquele trauma, mas o resultado foi maravilhoso.
B.R. se tornou uma nova pessoa, a ansiedade sumiu, conseguindo voltar a ensinar com tranquilidade.
Ela se libertou de traumas que nem sabia da existência, além das melhoras físicas melhorou também o relacionamento dela com os homens, que até então havia sido bem difícil.

Choro contínuo no recém-nascido

M.C. (10 meses) a 3 meses chora muito a noite e também durante o dia, aparentemente sem motivo. Aos 2 meses e meio de idade começou um barulho nos pulmões que permanecia.
Durante a avaliação sua Alma nos levou a região do tórax e tivemos a sensação da mãe tê-lo abandonado quando tinha 2 meses.

No primeiro momento a mãe respondeu que não, mas insistimos e a ajudamos pedindo mais detalhes para tentar descobrir o que tinha acontecido.
Ela lembrou que ela teve uma gripe muito forte, e por medo de passá-la ao filho se afastou por alguns dias.

Esse afastamento gerou em M.C. o sentimento de abandono pela mãe, que até 2 anos de idade é o único ponto de referência e proteção que os bebês têm.
Esse sentimento de abandono se manifestou em primeiro lugar com o barulho nos pulmões e, mais tarde, com crise de choro cada vez que a mãe o deixava sozinho.

Tratar os bebês é maravilhoso, porque eles quase não tem barreiras, portanto a desprogramação e a dessensibilização do trauma são rápidas.
Conversamos com a mãe depois de um mês que nos contou como M.C. dorme tranquilo e as crises de choro se manifestam só por razões bem evidente.
Tivemos a oportunidade de conversar depois de 4 meses com a mãe que confirmou o bem estar do filho.

Choro contínuo no recém-nascido

M.C. (10 meses) a 3 meses chora muito a noite e também durante o dia, aparentemente sem motivo. Aos 2 meses e meio de idade começou um barulho nos pulmões que permanecia.
Durante a avaliação sua Alma nos levou a região do tórax e tivemos a sensação da mãe tê-lo abandonado quando tinha 2 meses.

No primeiro momento a mãe respondeu que não, mas insistimos e a ajudamos pedindo mais detalhes para tentar descobrir o que tinha acontecido.
Ela lembrou que ela teve uma gripe muito forte, e por medo de passá-la ao filho se afastou por alguns dias.

Esse afastamento gerou em M.C. o sentimento de abandono pela mãe, que até 2 anos de idade é o único ponto de referência e proteção que os bebês têm.
Esse sentimento de abandono se manifestou em primeiro lugar com o barulho nos pulmões e, mais tarde, com crise de choro cada vez que a mãe o deixava sozinho.

Tratar os bebês é maravilhoso, porque eles quase não tem barreiras, portanto a desprogramação e a dessensibilização do trauma são rápidas.
Conversamos com a mãe depois de um mês que nos contou como M.C. dorme tranquilo e as crises de choro se manifestam só por razões bem evidente.
Tivemos a oportunidade de conversar depois de 4 meses com a mãe que confirmou o bem estar do filho.

Cólica e refluxo nos recém-nascidos

L.M.R., 43 dias, sofria de refluxo, com vômito e cólica desde o nascimento.
Os pais estavam tratando com remédio para vômito e outro para dores, mas sem resultado.

A primeira avaliação nos levou de forma bem clara na articulação atlas-occipital que, por experiência, sabemos estar correlacionada com o refluxo e a cólica.
Tratamos, o que a soltou rapidamente, reequilibrando também a energia na coluna, que não estava fluindo livremente.

Durante o trabalho energético da coluna percebemos um desequilíbrio na região pulmonar e perguntamos para os pais se a bebê manifestava algum sintoma respiratório.
O pai comentou que desde os primeiros dias ela tinha um chiado, até então inexplicado pelos médicos.

Perguntamos para a mãe se, durante a gestação, havia passado um susto ou alguma coisa parecida. Ela relatou que aos seis meses teve crises de pânico!
Explicamos como essas crises afetaram a pequena na barriga, atingindo os pulmões e os rins, a nível energético.
Tratamos os dois órgãos, limpando-os do trauma vivenciado na gravidez.

É interessante ver como o corpo grava na memória celular cada trauma vivenciado na nossa vida e como eles afetam a nossa existência no dia a dia.
O que é mais maravilhoso é ter acesso a essas informações e poder tratá-las, liberando a pessoa de sintomas indesejáveis.

L.M.R. voltou no nosso consultório depois de um mês, dizendo que a filha havia parado de regurgitar por três semanas, mas nessa última semana o vômito voltou com muita força.
Ela relatou que as cólicas pararam, bem como o chiado.

Avaliamos L.M.R. e, perguntamos para a mãe se ela havia tomado alguma vacina e a mãe confirmou que sim, 10 dias antes.
Explicamos que o vômito dessa semana era o corpo limpando as toxinas da vacinação, da forma que ele achava melhor.

Quando começamos o trabalho, a filha começou a chorar. Estávamos tratando um bloqueio energético na região do sacro e, sendo bebê, era mais sensível ao tratamento.
O bloqueio era no local onde tomou a vacina, assim que libertamos essa energia, a bebê parou de chorar.
Ajudamos também o corpo a limpar as toxinas da vacina.

Entramos em contato com os pais de L.M.R. uma semana depois, falaram que o vômito parou no dia seguinte e que agora a filha estava muito bem.

Cólica e refluxo nos recém-nascidos

L.M.R., 43 dias, sofria de refluxo, com vômito e cólica desde o nascimento.
Os pais estavam tratando com remédio para vômito e outro para dores, mas sem resultado.

A primeira avaliação nos levou de forma bem clara na articulação atlas-occipital que, por experiência, sabemos estar correlacionada com o refluxo e a cólica.
Tratamos, o que a soltou rapidamente, reequilibrando também a energia na coluna, que não estava fluindo livremente.

Durante o trabalho energético da coluna percebemos um desequilíbrio na região pulmonar e perguntamos para os pais se a bebê manifestava algum sintoma respiratório.
O pai comentou que desde os primeiros dias ela tinha um chiado, até então inexplicado pelos médicos.

Perguntamos para a mãe se, durante a gestação, havia passado um susto ou alguma coisa parecida. Ela relatou que aos seis meses teve crises de pânico!
Explicamos como essas crises afetaram a pequena na barriga, atingindo os pulmões e os rins, a nível energético.
Tratamos os dois órgãos, limpando-os do trauma vivenciado na gravidez.

É interessante ver como o corpo grava na memória celular cada trauma vivenciado na nossa vida e como eles afetam a nossa existência no dia a dia.
O que é mais maravilhoso é ter acesso a essas informações e poder tratá-las, liberando a pessoa de sintomas indesejáveis.

L.M.R. voltou no nosso consultório depois de um mês, dizendo que a filha havia parado de regurgitar por três semanas, mas nessa última semana o vômito voltou com muita força.
Ela relatou que as cólicas pararam, bem como o chiado.

Avaliamos L.M.R. e, perguntamos para a mãe se ela havia tomado alguma vacina e a mãe confirmou que sim, 10 dias antes.
Explicamos que o vômito dessa semana era o corpo limpando as toxinas da vacinação, da forma que ele achava melhor.

Quando começamos o trabalho, a filha começou a chorar. Estávamos tratando um bloqueio energético na região do sacro e, sendo bebê, era mais sensível ao tratamento.
O bloqueio era no local onde tomou a vacina, assim que libertamos essa energia, a bebê parou de chorar.
Ajudamos também o corpo a limpar as toxinas da vacina.

Entramos em contato com os pais de L.M.R. uma semana depois, falaram que o vômito parou no dia seguinte e que agora a filha estava muito bem.

Cólicas, refluxo, problemas de sucção

A mãe de P.S. (oito meses) nos procurou por indicação de outras mães que receberam ajuda para seus bebês. P.S. sofria de cólicas intestinais e refluxo, além de ter o olho direito lacrimejante deste o nascimento.
Para os problemas de cólica e refluxo estava tomando um remédio, que diminuía ligeiramente os sintomas e quanto ao olho falaram que voltaria ao normal até a idade de um ano.

A nossa experiência com recém-nascidos nos mostra que, na maioria dos casos com sintomas de refluxo ou cólicas intestinais, a causa, que pode ser muscular ou ósseo. está entre o occipital e o atlas, que influencia diretamente no estômago.
Esta restrição pode se formar durante o parto, normal ou cesariana.

A avaliação nos levou na articulação atlas-occipital e, com a ajuda da mãe que distraía a criança brincando, a soltamos. Durante o trabalho liberamos e equilibramos também outras estruturas do crânio, em particular o osso esfenoide, provavelmente a causa do olho lacrimejante. O tratamento continuou com uma avaliação geral do bebê,o reequilíbrio e harmonização dos vários corpos. O ajudamos também na desintoxicação por causa dos remédio que havia tomado até aquele dia.

Orientamos a mãe que poderia ter um pouco de febre ou diarreia durante a noite, uma típica reação do corpo para eliminar as toxinas. Ela nos ligou dois dias depois, relatando que os problemas digestivos e do olho haviam desaparecido, e que P.S. teve febre durante a primeira noite depois do tratamento, mas na manhã seguinte voltou ao normal. P.S. não teve mais cólicas nem refluxos.

Cólicas, refluxo, problemas de sucção

A mãe de P.S. (oito meses) nos procurou por indicação de outras mães que receberam ajuda para seus bebês. P.S. sofria de cólicas intestinais e refluxo, além de ter o olho direito lacrimejante deste o nascimento.
Para os problemas de cólica e refluxo estava tomando um remédio, que diminuía ligeiramente os sintomas e quanto ao olho falaram que voltaria ao normal até a idade de um ano.

A nossa experiência com recém-nascidos nos mostra que, na maioria dos casos com sintomas de refluxo ou cólicas intestinais, a causa, que pode ser muscular ou ósseo. está entre o occipital e o atlas, que influencia diretamente no estômago.
Esta restrição pode se formar durante o parto, normal ou cesariana.

A avaliação nos levou na articulação atlas-occipital e, com a ajuda da mãe que distraía a criança brincando, a soltamos. Durante o trabalho liberamos e equilibramos também outras estruturas do crânio, em particular o osso esfenoide, provavelmente a causa do olho lacrimejante. O tratamento continuou com uma avaliação geral do bebê,o reequilíbrio e harmonização dos vários corpos. O ajudamos também na desintoxicação por causa dos remédio que havia tomado até aquele dia.

Orientamos a mãe que poderia ter um pouco de febre ou diarreia durante a noite, uma típica reação do corpo para eliminar as toxinas. Ela nos ligou dois dias depois, relatando que os problemas digestivos e do olho haviam desaparecido, e que P.S. teve febre durante a primeira noite depois do tratamento, mas na manhã seguinte voltou ao normal. P.S. não teve mais cólicas nem refluxos.

Fenda no Palato duro

F.R. (9 meses) apresentava refluxo (a razão da procura da TISE) e uma fenda no palato duro desde o nascimento que causava, pelo diagnóstico médico, impossibilidade de sucção e também uma grande probabilidade de não poder falar. Já estava marcada uma primeira cirurgia, depois que ela completasse um ano de idade.

A mãe nos relatou que ela nunca havia sugado. A nossa experiência com recém-nascidos nos leva a supor que o problema de sucção é devido a uma limitação do movimento vital no osso vômer.

A avaliação mostrou claramente que o osso vômer estava com uma forte limitação de movimento. Começamos tratar o osso vômer que respondeu rapidamente à manipulação, soltando-se e movendo-se em liberdade com o ritmo. Em seguida tratamos a articulação entre o atlas e o osso occipital, que apresentava uma restrição marcada na parte esquerda. A manipulação foi extremamente suave e a articulação soltou rapidamente. Após soltarmos essas duas restrições tratamos F.R. no geral, para dar um bem estar e uma harmonia geral.

Quando terminamos a sessão, pedimos para a mãe de F.R., quando chegava em casa, de dar uma mamadeira para a pequena e ver o comportamento dela.
A mãe de F.R. nos ligou à noite falando que pela primeira vez ela tinha sugado uma mamadeira inteira e não teve regurgitação.

Tratar os recém-nascidos é sempre magnífico e instrutivo. As restrições que eles apresentam, geralmente, são de natureza física e opõem pouca resistência, sendo recentes.

Fenda no Palato duro

F.R. (9 meses) apresentava refluxo (a razão da procura da TISE) e uma fenda no palato duro desde o nascimento que causava, pelo diagnóstico médico, impossibilidade de sucção e também uma grande probabilidade de não poder falar. Já estava marcada uma primeira cirurgia, depois que ela completasse um ano de idade.

A mãe nos relatou que ela nunca havia sugado. A nossa experiência com recém-nascidos nos leva a supor que o problema de sucção é devido a uma limitação do movimento vital no osso vômer.

A avaliação mostrou claramente que o osso vômer estava com uma forte limitação de movimento. Começamos tratar o osso vômer que respondeu rapidamente à manipulação, soltando-se e movendo-se em liberdade com o ritmo. Em seguida tratamos a articulação entre o atlas e o osso occipital, que apresentava uma restrição marcada na parte esquerda. A manipulação foi extremamente suave e a articulação soltou rapidamente. Após soltarmos essas duas restrições tratamos F.R. no geral, para dar um bem estar e uma harmonia geral.

Quando terminamos a sessão, pedimos para a mãe de F.R., quando chegava em casa, de dar uma mamadeira para a pequena e ver o comportamento dela.
A mãe de F.R. nos ligou à noite falando que pela primeira vez ela tinha sugado uma mamadeira inteira e não teve regurgitação.

Tratar os recém-nascidos é sempre magnífico e instrutivo. As restrições que eles apresentam, geralmente, são de natureza física e opõem pouca resistência, sendo recentes.

Traumas esportivos – caso 2

J.P.C. (34 anos, dentista) torceu o joelho direito durante um jogo de futebol há 6 meses. Logo após o trauma teve muitas dores, que melhoraram com medicamentos e fisioterapia, porém, ele não conseguia ainda voltar a jogar futebol, pois com o esforço o joelho cedia e as dores voltavam.

Na avaliação detectamos que havia compensações na bacia e no tornozelo. Reequilibramos a bacia e as articulações coligadas bem como a articulação do tornozelo. Foi interessante que durante o reequilíbrio do tornozelo notamos um deslocamento de alguns milímetros da articulação, que provocava uma falta de estabilidade e que era responsável pela sensação de fraqueza do joelho.

No joelho restabelecemos a parte muscular e liberamos o fluxo da energia.
Em apenas uma sessão J.P.C. estava completamente reequilibrado e voltou a jogar futebol.

Traumas esportivos – caso 2

J.P.C. (34 anos, dentista) torceu o joelho direito durante um jogo de futebol há 6 meses. Logo após o trauma teve muitas dores, que melhoraram com medicamentos e fisioterapia, porém, ele não conseguia ainda voltar a jogar futebol, pois com o esforço o joelho cedia e as dores voltavam.

Na avaliação detectamos que havia compensações na bacia e no tornozelo. Reequilibramos a bacia e as articulações coligadas bem como a articulação do tornozelo. Foi interessante que durante o reequilíbrio do tornozelo notamos um deslocamento de alguns milímetros da articulação, que provocava uma falta de estabilidade e que era responsável pela sensação de fraqueza do joelho.

No joelho restabelecemos a parte muscular e liberamos o fluxo da energia.
Em apenas uma sessão J.P.C. estava completamente reequilibrado e voltou a jogar futebol.

Traumas dentários e faciais

G.T. (25 anos, secretária) sofreu um acidente com o carro há 2 meses, onde bateu o rosto contra o para-brisa. Passou a ter dor local, dores de cabeça e perdeu a simetria do rosto.
O tratamento concentrou-se na cabeça, retirando os traumas causados pelo impacto. O trabalho não se limitou só ao reequilíbrio craniano, mas precisamos manipular todo o sistema bucal. Sempre com um toque suave liberamos o maxilar e o osso palatino à direita, os quais eram a causa da forte dor, e equilibramos o osso zigomático, a causa principal da assimetria facial.

Além desses ossos, a mandíbula também estava deslocada, piorando a assimetria e causando má oclusão.
Provavelmente a dor de cabeça derivava da má oclusão. Equilibramos os dentes, que tiveram também um abalo o que também influenciava na oclusão.
O trabalho demorou duas sessões, mas o resultado foi incrível.
G.T. Não teve mais dor de cabeça e a simetria do rosto voltou ao normal.

Este trabalho, praticado logo em seguida a um trauma, é muito importante para não deixar que o corpo compense as energias externas causando problemas longe do local do trauma, dificultando a associação entre um e outro.

Traumas dentários e faciais

G.T. (25 anos, secretária) sofreu um acidente com o carro há 2 meses, onde bateu o rosto contra o para-brisa. Passou a ter dor local, dores de cabeça e perdeu a simetria do rosto.
O tratamento concentrou-se na cabeça, retirando os traumas causados pelo impacto. O trabalho não se limitou só ao reequilíbrio craniano, mas precisamos manipular todo o sistema bucal. Sempre com um toque suave liberamos o maxilar e o osso palatino à direita, os quais eram a causa da forte dor, e equilibramos o osso zigomático, a causa principal da assimetria facial.

Além desses ossos, a mandíbula também estava deslocada, piorando a assimetria e causando má oclusão.
Provavelmente a dor de cabeça derivava da má oclusão. Equilibramos os dentes, que tiveram também um abalo o que também influenciava na oclusão.
O trabalho demorou duas sessões, mas o resultado foi incrível.
G.T. Não teve mais dor de cabeça e a simetria do rosto voltou ao normal.

Este trabalho, praticado logo em seguida a um trauma, é muito importante para não deixar que o corpo compense as energias externas causando problemas longe do local do trauma, dificultando a associação entre um e outro.

Queda ou acidente

L.B. (38 anos, motorista) há 9 meses tinha sofrido um acidente com seu caminhão, quebrou a bacia (precisamente o acetábulo, a parte da bacia onde se insere a cabeça do fêmur), um braço, bateu a cabeça, o pescoço e teve várias contusões.
Depois da cirurgia para restabelecer a bacia ele começou a reabilitação, mas as dores eram muitas e sempre presentes, o que não o deixava dormir desde o acidente.

A avaliação nos direcionou principalmente para a região sacral e para a coluna, onde encontramos várias contrações e deslocamentos. O que nos chamou muito a atenção foi o trabalho na coluna, que durou quase 30 minutos. Foram reposicionadas, com toques suaves, quase todas as vértebras. Durante esta fase L.B. não percebeu dor alguma e, em consequência, todas as fáscias musculares das costas relaxaram.

No final da sessão, perguntamos como ele estava e se havia percebido alguma coisa.
L.B. ficou com uma cara atordoada, se perguntando como era possível ter percebido as vértebras voltarem ao lugar se nós estávamos com as mãos na base do crânio!
Quando se levantou, surpreendeu-se ao sentir o próprio corpo bem, sem dor!
A maioria das dores presentes na coluna e na bacia sumiram. As únicas dores que ficaram foram as da articulação do quadril e na perna.

L.B. voltou depois uma semana. Estava muito feliz porque conseguiu dormir sete noites inteiras, sem dores na coluna e na bacia, mas doía ainda a articulação do quadril e o joelho.
Nessa sessão o trabalho foi direcionado para a perna, onde a Alma nos mostrou a necessidade de desprogramar o trauma do acidente na perna. No final do trabalho na perna, onde o próprio membro realiza movimentos espontâneos para se reequilibrar, L.B. nos relatou que, durante o procedimento, vivenciou de novo pela primeira vez, o acidente! (nós chamamos a isso de memória celular!).

L.B. encontrou novamente o prazer de viver e andar sem bengala. A única coisa que ainda doía era a articulação do quadril.

L.B. nos relatou, depois de 8 meses, que passou por uma cirurgia de prótese do quadril. Na primeira cirurgia, depois do acidente, a reconstrução do acetábulo não deu certo e o único jeito para tirar aquela dor constante no quadril foi a prótese.

Queda ou acidente

L.B. (38 anos, motorista) há 9 meses tinha sofrido um acidente com seu caminhão, quebrou a bacia (precisamente o acetábulo, a parte da bacia onde se insere a cabeça do fêmur), um braço, bateu a cabeça, o pescoço e teve várias contusões.
Depois da cirurgia para restabelecer a bacia ele começou a reabilitação, mas as dores eram muitas e sempre presentes, o que não o deixava dormir desde o acidente.

A avaliação nos direcionou principalmente para a região sacral e para a coluna, onde encontramos várias contrações e deslocamentos. O que nos chamou muito a atenção foi o trabalho na coluna, que durou quase 30 minutos. Foram reposicionadas, com toques suaves, quase todas as vértebras. Durante esta fase L.B. não percebeu dor alguma e, em consequência, todas as fáscias musculares das costas relaxaram.

No final da sessão, perguntamos como ele estava e se havia percebido alguma coisa.
L.B. ficou com uma cara atordoada, se perguntando como era possível ter percebido as vértebras voltarem ao lugar se nós estávamos com as mãos na base do crânio!
Quando se levantou, surpreendeu-se ao sentir o próprio corpo bem, sem dor!
A maioria das dores presentes na coluna e na bacia sumiram. As únicas dores que ficaram foram as da articulação do quadril e na perna.

L.B. voltou depois uma semana. Estava muito feliz porque conseguiu dormir sete noites inteiras, sem dores na coluna e na bacia, mas doía ainda a articulação do quadril e o joelho.
Nessa sessão o trabalho foi direcionado para a perna, onde a Alma nos mostrou a necessidade de desprogramar o trauma do acidente na perna. No final do trabalho na perna, onde o próprio membro realiza movimentos espontâneos para se reequilibrar, L.B. nos relatou que, durante o procedimento, vivenciou de novo pela primeira vez, o acidente! (nós chamamos a isso de memória celular!).

L.B. encontrou novamente o prazer de viver e andar sem bengala. A única coisa que ainda doía era a articulação do quadril.

L.B. nos relatou, depois de 8 meses, que passou por uma cirurgia de prótese do quadril. Na primeira cirurgia, depois do acidente, a reconstrução do acetábulo não deu certo e o único jeito para tirar aquela dor constante no quadril foi a prótese.

Problema Ortopédico

R.C. (76 anos, aposentada) sofria há 2 anos de fortes dores nos pés, com formigamento quando levantava e andava. Esta situação a deixava desanimada e emocionalmente desestabilizada.
Buscou ajuda de vários profissionais, sem conseguir um diagnostico ou melhora do quadro clínico.

Nossa avaliação mostrou uma restrição no canal dural, na região da terceira, quarta e quinta vértebras cervicais. Tratamos diretamente o canal dural, que se revelou muito resistente, particularmente na altura da terceira vértebra. Com paciência e suavidade a coluna e o canal dural se reequilibraram. Além da vértebras, trabalhamos outras estruturas físicas e finalizamos com uma harmonização dos corpos energéticos. O reequilíbrio na região da bacia e das pernas, ajudou a energia fluir livre.

Quando R.C. levantou-se ficamos todos muitos surpresos pela rapidez com que o problema foi resolvido.

Revimos R.C. após 1 mês, que confirmou a ausência de dor.
Este caso nos mostra realmente a importância de que, quando tratamos a causa do problema e não o sintoma, a melhora é instantânea e persistente.

Problema Ortopédico

R.C. (76 anos, aposentada) sofria há 2 anos de fortes dores nos pés, com formigamento quando levantava e andava. Esta situação a deixava desanimada e emocionalmente desestabilizada.
Buscou ajuda de vários profissionais, sem conseguir um diagnostico ou melhora do quadro clínico.

Nossa avaliação mostrou uma restrição no canal dural, na região da terceira, quarta e quinta vértebras cervicais. Tratamos diretamente o canal dural, que se revelou muito resistente, particularmente na altura da terceira vértebra. Com paciência e suavidade a coluna e o canal dural se reequilibraram. Além da vértebras, trabalhamos outras estruturas físicas e finalizamos com uma harmonização dos corpos energéticos. O reequilíbrio na região da bacia e das pernas, ajudou a energia fluir livre.

Quando R.C. levantou-se ficamos todos muitos surpresos pela rapidez com que o problema foi resolvido.

Revimos R.C. após 1 mês, que confirmou a ausência de dor.
Este caso nos mostra realmente a importância de que, quando tratamos a causa do problema e não o sintoma, a melhora é instantânea e persistente.

Dores nas costas e pescoço

E.G. (estudante de fisioterapia, 21 anos) nos procurou depois ter assistido a uma palestra sobre a TISE a terapia da Alma. Ela nos contou que, nos últimos 4 anos, sofria muito de dores no pescoço e na parte alta das costas. O diagnóstico médico foi tensão excessiva e receitado um mio-relaxante.
Quando a dor aumentava muito, ela recebia massagens dos colegas da faculdade.

Na avaliação a Alma nos levou a um trabalho de distensão da coluna, uma vez relaxada esta parte, percebemos que a raiz do problema era mais profunda. Começamos a trabalhar na região torácica e a cabeça de E.G. virou para direita e parou na máxima rotação, ficando assim o tempo todo da sessão, e começou a chorar. Este era um bom sinal, significava que a casca da restrição havia quebrado e alguma coisa estava saindo.

Ela começou a nos contar que, depois que entrou na faculdade, sempre adotou uma postura falsa para conviver com os outros.

Convidamos e a sustentamos para descobrir a sua verdadeira natureza. Ela conseguiu ver que a máscara que usou nesses anos era a proteção de situações que ela viveu durante a adolescência. Nessa época, cada vez que era ela mesma, os amigos não a entendiam e ela se sentia rejeitada. A ajudamos a dessensibilizar estes acontecimentos, e no final a cabeça voltou ao centro.

Encontramos E.G. depois de 2 meses, quando nos relatou que o pescoço e as costas nunca mais doeram, e que agora ela sabe se expressar verdadeiramente, sem medo da reação dos outros.

Dores nas costas e pescoço

E.G. (estudante de fisioterapia, 21 anos) nos procurou depois ter assistido a uma palestra sobre a TISE a terapia da Alma. Ela nos contou que, nos últimos 4 anos, sofria muito de dores no pescoço e na parte alta das costas. O diagnóstico médico foi tensão excessiva e receitado um mio-relaxante.
Quando a dor aumentava muito, ela recebia massagens dos colegas da faculdade.

Na avaliação a Alma nos levou a um trabalho de distensão da coluna, uma vez relaxada esta parte, percebemos que a raiz do problema era mais profunda. Começamos a trabalhar na região torácica e a cabeça de E.G. virou para direita e parou na máxima rotação, ficando assim o tempo todo da sessão, e começou a chorar. Este era um bom sinal, significava que a casca da restrição havia quebrado e alguma coisa estava saindo.

Ela começou a nos contar que, depois que entrou na faculdade, sempre adotou uma postura falsa para conviver com os outros.

Convidamos e a sustentamos para descobrir a sua verdadeira natureza. Ela conseguiu ver que a máscara que usou nesses anos era a proteção de situações que ela viveu durante a adolescência. Nessa época, cada vez que era ela mesma, os amigos não a entendiam e ela se sentia rejeitada. A ajudamos a dessensibilizar estes acontecimentos, e no final a cabeça voltou ao centro.

Encontramos E.G. depois de 2 meses, quando nos relatou que o pescoço e as costas nunca mais doeram, e que agora ela sabe se expressar verdadeiramente, sem medo da reação dos outros.

Zumbidos e problemas de pele

F.A.P. (19 anos, estudante) sofria há 10 anos de problemas de pele, com erupções cutâneas que começavam pelo dedo médio e se estendiam por toda a mão e há 5 anos sofria também de zumbido.
Ela tomou vários remédios, mas a única coisa que acontecia era uma melhora temporária da pele quando usava creme com cortisona.A avaliação nos mostrou que os sintomas tinham uma ligação direta com o coração, a sensação da causa foi a de uma perda e o coração estava fechado.
Ela nos contou que o pai tinha falecido a 10 anos. A ajudamos a ir mais profundo, para enxergar as marcas que ficaram com a morte do pai. Em pouco tempo ela conseguiu perceber que logo depois que o pai faleceu, ela fechou o coração para ele.

A morte do pai representou para ela uma traição, e ela a vivenciou fechando o coração, parando de amá-lo. Nesse momento, estávamos com a causa dos problemas de pele. É interessante saber que, quando se fecha o coração, ao nível energético o pericárdio (a parte externa do coração) fica duro, e no dedo médio termina o meridiano energético do mesmo!

Dessensibilizamos e a ajudamos a soltar e abrir o coração. Terminamos a primeira sessão deixando-a mais tranquila e explicando que precisava de um tempo para ter melhora física na pele.
Após 15 dias F.A.P. voltou e a avaliação mostrou muita tristeza na região dos pulmões. Era claro que essa tristeza estava relacionada com o pai, mas o problema foi que após mais ou menos 5 anos de sofrimento ela não conseguia sustentar mais tanta tristeza e decidiu não sofrer mais, negou a tristeza que estava la.

O corpo, máquina inteligente que é, respondeu a este pedido com um zumbido bilateral, de modo que o barulho ocupasse a cabeça dela e não ficasse mais disponível para escutar a tristeza.
O trabalho de dessensibilização foi trabalhoso, mas o resultado valeu a pena.

A restrição de energia localizado na região do coração soltou completamente, a ajudamos a limpar os pulmões de toda aquela tristeza e a orientamos a alimentar a abertura do coração para o pai.
F.A.P. fez uma terceira sessão após 15 dias, onde nos relatou que o zumbido tinha sumido e a pele teve uma melhora de 50%.

A vida dela mudou, conseguia compartilhar com os familiares as próprias emoções e se aproximou ainda mais deles.

Zumbidos e problemas de pele

F.A.P. (19 anos, estudante) sofria há 10 anos de problemas de pele, com erupções cutâneas que começavam pelo dedo médio e se estendiam por toda a mão e há 5 anos sofria também de zumbido.
Ela tomou vários remédios, mas a única coisa que acontecia era uma melhora temporária da pele quando usava creme com cortisona.A avaliação nos mostrou que os sintomas tinham uma ligação direta com o coração, a sensação da causa foi a de uma perda e o coração estava fechado.
Ela nos contou que o pai tinha falecido a 10 anos. A ajudamos a ir mais profundo, para enxergar as marcas que ficaram com a morte do pai. Em pouco tempo ela conseguiu perceber que logo depois que o pai faleceu, ela fechou o coração para ele.

A morte do pai representou para ela uma traição, e ela a vivenciou fechando o coração, parando de amá-lo. Nesse momento, estávamos com a causa dos problemas de pele. É interessante saber que, quando se fecha o coração, ao nível energético o pericárdio (a parte externa do coração) fica duro, e no dedo médio termina o meridiano energético do mesmo!

Dessensibilizamos e a ajudamos a soltar e abrir o coração. Terminamos a primeira sessão deixando-a mais tranquila e explicando que precisava de um tempo para ter melhora física na pele.
Após 15 dias F.A.P. voltou e a avaliação mostrou muita tristeza na região dos pulmões. Era claro que essa tristeza estava relacionada com o pai, mas o problema foi que após mais ou menos 5 anos de sofrimento ela não conseguia sustentar mais tanta tristeza e decidiu não sofrer mais, negou a tristeza que estava la.

O corpo, máquina inteligente que é, respondeu a este pedido com um zumbido bilateral, de modo que o barulho ocupasse a cabeça dela e não ficasse mais disponível para escutar a tristeza.
O trabalho de dessensibilização foi trabalhoso, mas o resultado valeu a pena.

A restrição de energia localizado na região do coração soltou completamente, a ajudamos a limpar os pulmões de toda aquela tristeza e a orientamos a alimentar a abertura do coração para o pai.
F.A.P. fez uma terceira sessão após 15 dias, onde nos relatou que o zumbido tinha sumido e a pele teve uma melhora de 50%.

A vida dela mudou, conseguia compartilhar com os familiares as próprias emoções e se aproximou ainda mais deles.

Trauma do Parto

M.O. (43 anos, comerciante) é uma aluna da TISE, e como outras pessoas, frequenta nossos cursos unicamente para o próprio desenvolvimento interior.
Durante o trabalho em um curso, foi pedido para avaliar a prioridade, quer dizer, perguntar para a Alma o que ó mais importante a ser trabalhado.A avaliação mostrou uma restrição na região do coração e tivemos uma forte sensação de rejeição.
Começamos o trabalho aliviando o medo que estava tomando conta dela. Quando se acalmou conseguimos perceber que a rejeição era ainda quando ela estava na barriga da sua mãe.
M.O. é primogênita e de origem japonesa, e o pai dela era e é ainda muito tradicionalista, portanto ele queria que o primeiro filho fosse um homem.

Foi interessante ver como M.O. não queria nascer, sabia que encontraria um mundo que não a queria. Essa rejeição a marcou muito, ela nunca se achava boa o suficiente e carregava, inconscientemente, muita responsabilidade para demonstrar ao pai que, mesmo sendo mulher, era boa.

Conseguimos desprogramar esse registro e ajudamos M.O. a vivenciar um parto tranquilo, sem medo de não estar a altura das expectativas dos outros mas simplesmente ser ela mesma.
Reequilibramos e harmonizamos os vários corpos deixando ela tranquila e serena.

Duas semanas depois ela nos contou como a vida dela mudou, a ansiedade e preocupação que a acompanhavam desapareceram, ela conseguiu melhorar a relação com o marido e também com a família toda. Ainda hoje ela nos agradece pela oportunidade que teve e porque agora conhece o que é a felicidade de viver.

Trauma do Parto

M.O. (43 anos, comerciante) é uma aluna da TISE, e como outras pessoas, frequenta nossos cursos unicamente para o próprio desenvolvimento interior.
Durante o trabalho em um curso, foi pedido para avaliar a prioridade, quer dizer, perguntar para a Alma o que ó mais importante a ser trabalhado.A avaliação mostrou uma restrição na região do coração e tivemos uma forte sensação de rejeição.
Começamos o trabalho aliviando o medo que estava tomando conta dela. Quando se acalmou conseguimos perceber que a rejeição era ainda quando ela estava na barriga da sua mãe.
M.O. é primogênita e de origem japonesa, e o pai dela era e é ainda muito tradicionalista, portanto ele queria que o primeiro filho fosse um homem.

Foi interessante ver como M.O. não queria nascer, sabia que encontraria um mundo que não a queria. Essa rejeição a marcou muito, ela nunca se achava boa o suficiente e carregava, inconscientemente, muita responsabilidade para demonstrar ao pai que, mesmo sendo mulher, era boa.

Conseguimos desprogramar esse registro e ajudamos M.O. a vivenciar um parto tranquilo, sem medo de não estar a altura das expectativas dos outros mas simplesmente ser ela mesma.
Reequilibramos e harmonizamos os vários corpos deixando ela tranquila e serena.

Duas semanas depois ela nos contou como a vida dela mudou, a ansiedade e preocupação que a acompanhavam desapareceram, ela conseguiu melhorar a relação com o marido e também com a família toda. Ainda hoje ela nos agradece pela oportunidade que teve e porque agora conhece o que é a felicidade de viver.

Tratamento em Animais

O campo de aplicação da TISE é ilimitado, pode ser aplicada em qualquer ser vivo.
F. nos procurou com a filha J.F., de 11 anos, porque o cavalo com o qual ela estava treinando para competições tropeçou e caiu durante uma prova, batendo a cabeça.
Desde então ele se recusava a treinar e, ao invés de saltar, jogava J.F. no chão.

Até o acidente os dois tinham conseguido resultados excelentes e essa situação estava prejudicando a possibilidade de competir a nível mundial.
A mãe tinha duas preocupações, uma com o cavalo e a outra com a filha, que estava caindo muito com a reação do cavalo.
Avaliamos logo a filha, que não apresentava nenhum problema, a não ser a grande vontade de voltar a competir.

Trouxeram uma foto do cavalo e através dela pudemos nos conectar energeticamente com ele.
A avaliação nos mostrou que a batida sofrida provocou uma restrição, óssea, na parte esquerda acima do olho.
Tratamos essa restrição à distância, energeticamente que, quando soltou, levou a um reequilíbrio dos tecidos envolvidos nessa parte do crânio.

Finalizado o tratamento a nível físico, precisamos reequilibrar também o corpo energético para deixá-lo em perfeita harmonia.
O tratamento durou uns 20 minutos. V.F. nos relatou, após uma semana, que a filha e o cavalo voltaram a treinar e a competir em plena harmonia.

Tratamento em Animais

O campo de aplicação da TISE é ilimitado, pode ser aplicada em qualquer ser vivo.
F. nos procurou com a filha J.F., de 11 anos, porque o cavalo com o qual ela estava treinando para competições tropeçou e caiu durante uma prova, batendo a cabeça.
Desde então ele se recusava a treinar e, ao invés de saltar, jogava J.F. no chão.

Até o acidente os dois tinham conseguido resultados excelentes e essa situação estava prejudicando a possibilidade de competir a nível mundial.
A mãe tinha duas preocupações, uma com o cavalo e a outra com a filha, que estava caindo muito com a reação do cavalo.
Avaliamos logo a filha, que não apresentava nenhum problema, a não ser a grande vontade de voltar a competir.

Trouxeram uma foto do cavalo e através dela pudemos nos conectar energeticamente com ele.
A avaliação nos mostrou que a batida sofrida provocou uma restrição, óssea, na parte esquerda acima do olho.
Tratamos essa restrição à distância, energeticamente que, quando soltou, levou a um reequilíbrio dos tecidos envolvidos nessa parte do crânio.

Finalizado o tratamento a nível físico, precisamos reequilibrar também o corpo energético para deixá-lo em perfeita harmonia.
O tratamento durou uns 20 minutos. V.F. nos relatou, após uma semana, que a filha e o cavalo voltaram a treinar e a competir em plena harmonia.

Raqui-anestesia

M.L.(46 anos, funcionária pública) sofria com dores na coluna e enxaqueca há 20 anos. Para os médicos, a origem desses problemas era consequência da raqui-anestesia que tomou no seu último parto. M.L. Já tinha dores na coluna dores na coluna mas, após esse parto tudo piorou, começou também uma enxaqueca terrível (desde o primeiro dia após o parto) que a acompanhou durante todos esses anos. Ela estava tomando vários medicamentos.

A nossa avaliação mostrou que a dor de cabeça e as dores nas costas tinham a origem exatamente onde foi aplicada a raqui.
O tratamento foi geral, concentrado especialmente no canal dural onde, durante o relaxamento do mesmo M.L. percebeu um tremor, o mesmo que teve quando a raqui foi aplicada 20 anos atrás. Desprogramamos a parte que estava “contaminada” com a raqui e favorecemos o fluir livre da energia.

M.L. voltou após 15 dias, contou que no dia da sessão à noite, sentiu dores ao redor do umbigo e um leve estado febril e por uns dois dias sentiu dores nas nádegas e nos ossos.
No terceiro dia levantou e, com muita surpresa, percebeu estar sem nenhuma dor e com uma alegria interior.

A segunda sessão foi mais focada em ajustes físicos e um trabalho de harmonização mais profundo a nível energético.

Raqui-anestesia

M.L.(46 anos, funcionária pública) sofria com dores na coluna e enxaqueca há 20 anos. Para os médicos, a origem desses problemas era consequência da raqui-anestesia que tomou no seu último parto. M.L. Já tinha dores na coluna dores na coluna mas, após esse parto tudo piorou, começou também uma enxaqueca terrível (desde o primeiro dia após o parto) que a acompanhou durante todos esses anos. Ela estava tomando vários medicamentos.

A nossa avaliação mostrou que a dor de cabeça e as dores nas costas tinham a origem exatamente onde foi aplicada a raqui.
O tratamento foi geral, concentrado especialmente no canal dural onde, durante o relaxamento do mesmo M.L. percebeu um tremor, o mesmo que teve quando a raqui foi aplicada 20 anos atrás. Desprogramamos a parte que estava “contaminada” com a raqui e favorecemos o fluir livre da energia.

M.L. voltou após 15 dias, contou que no dia da sessão à noite, sentiu dores ao redor do umbigo e um leve estado febril e por uns dois dias sentiu dores nas nádegas e nos ossos.
No terceiro dia levantou e, com muita surpresa, percebeu estar sem nenhuma dor e com uma alegria interior.

A segunda sessão foi mais focada em ajustes físicos e um trabalho de harmonização mais profundo a nível energético.

Psoríasi

C.P. (mecânico, 30 anos) nos procurou depois ter assistido a uma palestra sobre a TISE. Ele nos explicou que, depois que seu filho nasceu, 8 anos atrás, começou a aparecer psoríase no corpo dele, e que se expandiu com o tempo até cobrir pernas, braços, costas, tórax, abdômen e parte da cabeça. Ele já havia passado por vários dermatologistas e, quando tomava um remédio ou aplicava creme com cortisona, a psoríase diminuía de intensidade, mas o efeito do remédio durava apenas algumas semanas, voltando ao estado anterior quando parava com o tratamento.

A avaliação nos mostrou uma ligação entre a psoríase e um medo de ser pai.
Começamos o tratamento e percebemos que esse medo tinha uma origem bem mais longe, na época da sua infância, onde sofreu muito. Durante o trabalho ele comentou que a sua criação foi sofrida por causa do pai, que conseguia ganhar dinheiro e perdê-lo em pouco tempo, trazendo assim para a vida da família um sentimento negativo de viver sem chão e sem segurança financeira.
Enquanto C.P. lembrava da própria vida, nos dessensibilizamos os acontecimentos passados, que o ajudou a enxergar e entender de outra forma tudo o que tinha passado.

C.P. voltou para uma segunda sessão depois de 15 dias, e o trabalho foi mais direcionado a um reequilíbrio e harmonização geral. Explicamos para ele que a causa da psoríase não existia mais no corpo dele, mas para haver uma melhora definitiva, precisava de um pouco de paciência (pelo menos 2 meses), porque o processo de cura fisiológica do corpo não pode ser apressado.

Ficamos em contato com C.P. que nos mostrou, depois de 3 meses, como nos quatro membros e na cabeça a psoríase praticamente sumiu. Ainda tinha uma pequena parte nas costas, mas era só uma questão de tempo para sumir totalmente. Encontramos com ele depois de 5 meses, e ele nos confirmou que a psoríase estava totalmente curada.

Este caso mais uma vez nos mostra a importância de procurar a causa do problema, para saber exatamente onde e como trabalhar, para que não aconteça de simplesmente tirar o sintoma e deixar a causa, o que faria com que a manifestação da doença voltasse.

Psoríasi

C.P. (mecânico, 30 anos) nos procurou depois ter assistido a uma palestra sobre a TISE. Ele nos explicou que, depois que seu filho nasceu, 8 anos atrás, começou a aparecer psoríase no corpo dele, e que se expandiu com o tempo até cobrir pernas, braços, costas, tórax, abdômen e parte da cabeça. Ele já havia passado por vários dermatologistas e, quando tomava um remédio ou aplicava creme com cortisona, a psoríase diminuía de intensidade, mas o efeito do remédio durava apenas algumas semanas, voltando ao estado anterior quando parava com o tratamento.

A avaliação nos mostrou uma ligação entre a psoríase e um medo de ser pai.
Começamos o tratamento e percebemos que esse medo tinha uma origem bem mais longe, na época da sua infância, onde sofreu muito. Durante o trabalho ele comentou que a sua criação foi sofrida por causa do pai, que conseguia ganhar dinheiro e perdê-lo em pouco tempo, trazendo assim para a vida da família um sentimento negativo de viver sem chão e sem segurança financeira.
Enquanto C.P. lembrava da própria vida, nos dessensibilizamos os acontecimentos passados, que o ajudou a enxergar e entender de outra forma tudo o que tinha passado.

C.P. voltou para uma segunda sessão depois de 15 dias, e o trabalho foi mais direcionado a um reequilíbrio e harmonização geral. Explicamos para ele que a causa da psoríase não existia mais no corpo dele, mas para haver uma melhora definitiva, precisava de um pouco de paciência (pelo menos 2 meses), porque o processo de cura fisiológica do corpo não pode ser apressado.

Ficamos em contato com C.P. que nos mostrou, depois de 3 meses, como nos quatro membros e na cabeça a psoríase praticamente sumiu. Ainda tinha uma pequena parte nas costas, mas era só uma questão de tempo para sumir totalmente. Encontramos com ele depois de 5 meses, e ele nos confirmou que a psoríase estava totalmente curada.

Este caso mais uma vez nos mostra a importância de procurar a causa do problema, para saber exatamente onde e como trabalhar, para que não aconteça de simplesmente tirar o sintoma e deixar a causa, o que faria com que a manifestação da doença voltasse.