Necessidade frequente de urinar

D.D.J., 9 anos, a 3 meses tem necessidade de urinar com muita frequência durante o dia.
Ele já havia passado por um médico, que não encontrou nada de anormal na parte estrutural e fisiológica. A mãe dele nos relatou que o problema começou logo após a última viagem aos Estados Unidos.

A avaliação mostrou uma relação de medo que D.D.J. teria com os aviões. Perguntamos assim, para a mãe dele, como foi a viagem até os EUA, se tiveram algum problema ou se ele manifestou algum tipo de medo de viajar de avião. .

Ela contou que o filho havia sofrido muito pelo acidente que aconteceu em Julho de 2007 com o avião da TAM, em São Paulo, onde morreram 199 pessoas. Esse acidente desencadeou nele, inconscientemente, o medo de voar e, essa viagem poucos meses depois do acidente, foi para ele um grande desafio que não compartilhou com ninguém.

Esse medo se depositou na bexiga (que é a víscera que “guarda” o medo, juntamente com os rins), afetando sua função fisiológica.
Com o diálogo Alma-Alma, conseguimos ajudar D.D.J. a desprogramar esse medo e libertamos a bexiga do medo.

O corpo pediu uma limpeza e um reequilíbrio geral no nível energético, além de cuidados físicos. Durante todo o tratamento D.D.J. dormiu profundamente e acordá-lo foi difícil.
O fato de dormir foi uma ótima resposta da parte dele, que mostrou depositar toda a confiança no terapeuta e se entregou completamente, para liberar-se do próprio problema.
Já no dia seguinte a mãe nos relatou que D.D.J. não teve mais essa necessidade excessiva de urinar.

Ele voltou ao nosso consultório depois de 3 meses por um problema muscular, e nos contou que nunca mais teve a repetição daquele problema.

Obesidade – caso 1

M.F. (17 anos, estudantes) há três anos engordou 20 kg e nessa idade a convivência ficou ainda mais difícil.
Ela procurou vários médicos para tentar um regime, mas nenhum deu resultados além de perder 4-5 kg e, como parava a dieta, retomava os quilos perdidos em pouco tempo.
Os pais dela se separaram a 5 anos, e ela veio acompanhada do pai.
O caso pedia que fizéssemos uma exceção e deixamos o pai entrar junto com a filha durante a sessão, e foi a coisa mais importante que podia acontecer.

Durante a avaliação percebemos que durante a separação dos pais teve uma falta do pai perto da filha. O pai explicou que por vários fatores pessoais e de trabalho não pôde, por um ano, ficar perto da filha.

Começamos o trabalho que mostrou claramente como o pai representava o alicerce, o ponto de apoio e firmeza na vida dela. A separação causou muito medo nela de não poder ir para frente sozinha, perdeu o ponto de referência, seu alicerce na vida.

Por este fato a reação do corpo foi engordar para se proteger dos acontecimentos da vida.
Conseguimos ajudá-la a dessensibilizar o trauma e reequilibramos tanto o corpo físico como os energéticos.

M.F. Saiu da sessão mais tranquila, ciente de que os efeitos da terapia demoravam um tempo para aparecer. O que foi muito interessante, o pai relatou dois dias depois, que durante a viagem de retorno, no carro, eles tiveram a melhor conversa da vida, que o ajudou tanto pessoalmente como na relação dos dois. Tivemos um feedback depois de três meses, M.F. havia emagrecido 6 quilos e depois de mais 2 meses tinha chegado a perder 11 quilos.

Com certeza o tempo levará M.F. a encontrar o peso ideal, que agora não tem mais a influência de um trauma.

Infecção Urinária

G.A.F. (2 anos) sofria desde o nascimento de infecção urinária de repetição. Os antibióticos tiravam a infecção, mas a mesma se apresentava após um máximo de 15 dias.
O desconforto que G.A.F. provava a deixava muito nervosa e chorona.

A avaliação nos mostrou um grande medo e desconforto, por causa de uma invasão inconsciente do seu “território” que era feita pela mãe todos os dias, quando dava banho na filha.
Na nossa visão, a bexiga representa o nosso território, e geralmente uma infecção urinária significa uma invasão do mesmo tanto no nível físico como no mental.

Explicamos para a mãe de G.A.F. que a única coisa que precisava ser mudada quando dava banho na filha, era pedir licença para lavar suas partes íntimas, explicando com palavras simples o que estava fazendo.

A mãe ficou muito surpresa, e nos perguntou como era possível isso sendo que quase nenhuma mãe pede licença para a filha! Explicamos que nós, seres humanos, somos todos diferentes e nunca podemos generalizar a visão dos aspectos da vida.

Pedimos para que acreditasse em nossas palavras e experimentasse por 2 semanas.
Terminamos o tratamento liberando a energia bloqueada e aliviando a inflamação dos tecidos.
A encontramos após 15 dias e nos confirmou que a filha não tinha reclamado mais.
Falamos que continuasse assim por um mês e nos procurasse de novo.
Tivemos contato com a mãe de G.A.F. durante 4 meses e nesse tempo nunca mais voltou a infecção urinária.

Obesidade – caso 2

B.R.O. (22 anos, estudante) estava com 20 kg acima do peso, sendo que em sua família todos são magros. Além de sofrer por isso, nos contou ainda que era muito apegada aos pais, além do normal e diferentemente das irmãs. Ela tentou várias dietas, mas sem sucesso.

Nossa avaliação mostrou um acúmulo de energia nos rins e uma ligação com um problema de abandono. A sensação era de algo sofrido nos primeiros dias de vida. Ela relatou que quando nasceu teve complicações pulmonares que a obrigaram a ficar em isolamento por 10 dias.
Durante esse tempo percebemos como ela passou muito medo e principalmente sentiu-se abandonada pela mãe.

Achamos nesse momento a causa da gordura e do apego excessivo aos pais. Na nossa visão, a gordura é uma forma de proteção. O corpo coloca uma capa para proteger alguma situação interna.
Com o diálogo Alma-Alma dessensibilizamos a cena onde sofreu o abandono e equilibramos os rins energeticamente.
Conseguimos restabelecer o equilíbrio emocional e físico de B.R.O. somente em uma sessão.
Temos contatos mensais com ela que nos relata a diminuição gradativa de peso.

Dislexia ou DDA

M.P. (8 anos, estudante) veio com a mãe por dificuldades de atenção e leitura na escola.
Esses sintomas, como também a dificuldade em escrever, de calcular, ouvir, memorizar, etc. são chamados de dislexia. Hoje já existem vários tratamentos, mas o que a TISE pode proporcionar é maravilhoso.

A nossa avaliação mostrou claramente uma dislexia em M.P., quer dizer uma falta de conexões entre os dois hemisférios, uma falta de integração deles. O aparente problema complexo, pode ser resolvido com simples exercícios físicos ou energéticos, que se tornam uma brincadeiras para as crianças. Isso ajuda a integração dos dois hemisférios.

Trabalhamos energeticamente para ajudar a integração e testamos quais exercícios M.P. necessitava para reconectar todas as conexões. Com 3 semanas de exercícios, 2 vezes por dias por um tempo de 5 minutos, ele adquiriu uma concentração boa e a leitura começou a fluir com mais facilidade.

A mãe ficou surpresa com a rapidez da sua melhora. Explicamos que uma vez integrados os hemisférios o problema não se apresenta mais.
Gostaríamos de deixar claro que cada criança é única, quer dizer não podemos ter um modelo perfeito de aluno e querer que nossos filhos sejam iguais a ele. Cada um de nós é único, portanto é importante respeitar os limites de cada criança, ajudando-o a melhorar sem forçar a ser quem ele não é.

Surdez

L.N.C. (38 anos, comerciante) sofria há dois meses de surdez no ouvido esquerdo. Foi diagnosticado pelo médico como sendo uma infecção e receitado antibiótico, mas a surdez não melhorou.

A avaliação nos levou na região do abdômen, a nossa sensação foi que ela se apavorou por alguma razão em uma discussão. Perguntamos se tinha acontecido algo parecido a uns dois meses. Ela explicou que dois meses atrás estava falando com o marido e, como a situação entre eles nos últimos 3 anos não andava muita clara, ela perguntou se ele queria ainda ficar casado com ela.
O marido estava sentado do seu lado esquerdo e a resposta foi NÃO!

Nesse momento chegamos à causa da surdez de L.N.C. A resposta negativa era inaceitável para ela, quer dizer, ela não queria ouvir isso.
A resposta do corpo foi tapar o ouvido para não ouvir.
A ajudamos a dessensibilizar a cena e a harmonizar os vários corpos. Foi incrível a imediata reação do corpo, em poucas horas o ouvido voltou ao normal.
Para L.N.C. uma sessão foi suficiente para encontrar a cura do seu problema.

Gastrite

P.J.L. (58 anos, vendedor) sofria de gastrite e dor no ombro esquerdo há 20 anos. A dor no ombro era persistente e a gastrite se apresentava com frequência. Para aguentar a dor tomava remédio. Ele nos conheceu numa palestra onde se deitou na maca para uma demonstração.

Na avaliação percebemos que precisava de uma conversa aberta sobre algo particular, preferimos deixar para conduzi-la no dia seguinte, no consultório.

No dia seguinte, logo após ter começado o tratamento, perguntamos a ele o que tinha acontecido 20 anos atrás, em particular com os sentimentos. Ele nos contou que tinha separado e era consciente que feriu profundamente a mulher durante aquela fase.

Estava com lágrimas nos olhos pelo que havia feito e o seu arrependimento não tinha fim. A causa das dores estava muito clara, ele não conseguiu digerir, após 20 anos, o que tinha feito para sua mulher.

Com o diálogo Alma-Alma o ajudamos a dessensibilizar o acontecido e o sustentamos para se fortalecer na vida, tirando os sentimentos de culpa. Foi um trabalho delicado mas com um grande êxito. Reequilibramos os vários corpos e o ombro, sem mexer nele, se acomodou na sua posição original.

P.J.L. voltou após 15 dias, nos relatando que a dor do ombro e a gastrite tinham sumido completamente já no dia seguinte, e que finalmente ele conseguiu ligar para sua ex-mulher pedindo desculpas, uma coisa que queria fazer a muito tempo.

Rouquidão

P.O.M. (82 anos, aposentado) sofria de rouquidão há 8 meses. A filha que o acompanhava nos explicou que o problema começou quando o filho dele, ficou doente e após dois meses faleceu. Os médicos não conseguiram achar uma razão para a rouquidão, foi medicado, mas sem resultados.

Estava muito claro que a causa do problema estava ligada a perda do filho , mas precisávamos achar porque o corpo tinha desenvolvido a rouquidão.

A avaliação nos levou aos pulmões, onde percebemos quanta tristeza ele tinha passado e, em particular, quão pouco a expressou!
A filha nos confirmou que ele não compartilhou uma palavra sobre a morte do filho.

Mostramos a ele que o fato de não expressar sua tristeza causou a rouquidão. Ele nos explicou que nunca compartilhou o próprio sofrimento porque amava muito a mulher e nunca quis sobrecarregá-la com a sua dor! Ele sempre achou que conseguiria superar sozinho, mas agora que lhe mostramos tomou consciência que estava “afundando”.
O ajudamos a aliviar a tristeza trabalhando nos pulmões e também mostramos que a família dele compartilharia desse sofrimento. Este ato de recíproca ajuda seria vantajoso para ambas as partes.

P.O.M. voltou após 15 dias relatando que, com dificuldade, começou a compartilhar com os familiares as próprias emoções e que a rouquidão já tinha melhorado cerca de 60%.
Fizemos uma segunda sessão para dar um equilíbrio geral, tanto no plano físico como no energético. Ficamos em contato com P.O.M. que nos contou, que após um mês, a rouquidão havia desaparecido completamente, nos agradeceu, em particular, por ter entendido que compartilhar não sobrecarrega ninguém, pelo contrário, é uma grande ajuda para todos.

Calculo renal e Retenção de Líquidos

J.G., (33 anos, representante no exterior), sofria de dores renais a 6 anos. Havia feito vários exames e não conseguiram detectar a causa da dor. A dor aparecia especialmente quando precisava ficar sentada por muito tempo e, sendo que seu trabalho era basicamente com viagens longas, as dores eram constantes.

Na primeira avaliação o corpo nos mostrou a necessidade de uma limpeza profunda, tanto física como energética.
Retornou depois de 15 dias, nos relatou que teve dores no corpo inteiro por uma semana, mas que depois disso melhorou bastante.
Nessa segunda sessão o trabalho foi ainda uma limpeza mais fina e detalhada, sempre nos planos físico e energético.

Ela voltou após 15 dias, relatando que teve dor de cabeça por 3 dias e diarreia.
Dessa vez a Alma nos mostrou a raiz do problema e durante o tratamento apareceu o grande medo em se relacionar com o sexo oposto.
Fomos mais a fundo para conhecer a razão disso e descobrimos que, quando ela era bebê, os pais dela eram muito jovens e não conseguiram ter um bom relacionamento entre eles e também com a filha. Essa situação marcou J.G. por todos esses anos nos seus relacionamentos.
Trabalhamos no fígado e no coração, soltando as emoções presas e restabelecendo um equilíbrio energético harmonioso. Foi interessante que, quando estávamos liberando o coração, ela percebeu uma pontada no rim esquerdo, exatamente aquele que dava mais problemas nesses últimos anos.

Ela voltou após 30 dias e relatou que teve fortes dores no rim esquerdo e no joelho por 5 dias mas e aprendeu a falar não na vida.

Depois disso nunca mais teve dor, mesmo tendo que viajar por muitas horas de avião.
Ela continuou a se tratar conosco por vários meses, trabalhando outros aspectos que estavam limitando a vida dela.

Problemas do Sistema Imunológico

S.S.O. (45 anos, empresário) sofria há vários anos de baixa imunidade, estando constantemente com problemas de saúde tipo gripe, febre, infecções de garganta, problemas de pele, sinusite, etc.
Esse quadro interferia bastante em sua vida pessoal e profissional. Procurou ajuda primeiramente na medicina alopática e depois passou para a fitoterapia, sem sucesso.

A avaliação indicou uma carência energética nos rins (diagnosticada também pelo médico da fitoterapia).
Durante o tratamento percebemos como a sua autoestima era baixa por causa de uma rigidez na educação na infância. Ele confirmou que cresceu com uma rigidez da parte dos pais, que o deixava muito frustrado.

Essa situação criou uma baixa autoestima que se manifestava, em particular, em sua vida afetiva.
O trauma permaneceu adormecido por vários anos até que, com o processo de sua separação da esposa alguns anos antes, desenvolveu a baixa imunidade e uma deficiência de energia nos rins.
Dessensibilizamos, em acordo com a Alma dele, a cena traumática e tratamos os rins para recuperar um nível de energia normal, equilibrando e harmonizando os corpos.

Após a primeira sessão S.S.O. reagiu com vômito de grande intensidade, o que não se repetiu nas demais sessões.
S.S.O. foi tratado a cada 15 dias por e meses, mas já no espaço de um mês reencontrou a alegria de viver e não apresentou mais os sintomas de baixa imunidade.

TPM ( Tensão pré Menstrual)

R.F. (14 anos, estudante) nos procurou, com sua mãe, por fortes dores de TPM.
A mãe dela nos explicou que há 3 anos, depois que começou a menstruar, ela sofria muito de TPM e mesmo tomando a pílula contraceptiva (hormônios) aconselhada pelo ginecologista, as dores da TPM não diminuíram.A avaliação nos levou a região dos rins com uma sensação de abuso sexual. A Alma nos convidou a trabalhar primeiramente no plano físico, onde começamos a perceber duas emoções: raiva e medo.
Perguntamos se ela se lembrava de algum acontecimento onde se sentiu abusada ou invadida.
Ela contou que na idade de 8 anos um homem abusou sexualmente dela.

O importante, nesses casos, é não julgar e ficar completamente neutros, para poder ajudar o paciente na profundidade.
Falamos para ela ficar tranquila que tudo podia ser resolvido, que da nossa parte tiraríamos aquela raiva e medo que tanto a angustiava e ao mesmo tempo geravam as dores de TPM.

Com suavidade e muito amor a ajudamos a eliminar a raiva e em seguida desprogramamos a cena e harmonizamos os vários corpos.
Foi incrível a sensação que o corpo dela nos passou, todo o corpo relaxou e, ao mesmo tempo, dissolveu aquele medo preso há 6 anos.
Naquele instante ela abriu os olhos sorrindo e exclamou: “Obrigada!”.

Parecia que ela própria sabia que o problema estava resolvido.
Ficamos em contato com a mãe, que nos relatou 3 meses depois, que os problemas de TPM não apareceram mais.

Fibromialgia

B.S. (médica, 50 anos) sofria há 10 anos de fibromialgia. Tomou medicamentos nesse período para minimizar a dor e poder viver.
A fibromialgia é uma doença recente, ainda em parte desconhecida e, pela alopatia, não temos por enquanto uma cura definitiva.

Foi muito interessante a avaliação de B.S., que nos mostrou um grande bloqueio energético na região da cabeça, com uma repercussão na coluna. A falta parcial de energia na coluna dava como consequência uma deficiência geral no corpo, repercutindo em dores musculares. Essa era a causa da fibromialgia.
Começamos a desbloquear a energia na cabeça, para a mesma poder fluir na coluna e energizar todo o corpo. Para que esse processo pudesse terminar, precisávamos de uma permissão verbal de B.S. Isso não é recorrente nos procedimentos, mas nesse caso a indicação foi da Alma muito clara.

Com discrição perguntamos se ela tinha consciência da própria mediunidade, e o fato de estar fechada. Ela explicou que já trabalhou em centro espíritas por vários anos como médium, mas por razões de falta de sustento ela decidiu fechar esse canal para evitar possíveis problemas.
Nesse momento entendemos o porquê da permissão dela. Explicamos para B.S. qual era a causa da fibromialgia (ter fechado o canal mediúnico) e perguntamos se estava disposta a sustentar a reabertura.
Depois de discutir sobre o assunto um tempo, ela aceitou com plena convicção que era o melhor para ela.
Começamos o processo de abertura que demandou um tempo. Quando completou a abertura, a energia voltou a fluir plenamente na coluna e no corpo todo. Nosso trabalho se limitou a verificar que todos os corpos recebessem energia de forma plena.

B.S. voltou após 15 dias, relatando que as dores melhoraram cerca de 80%. Agora, com o corpo reenergizado, começamos a tratá-lo para restabelecer o equilibro nas articulações e nos músculos, que haviam sofrido por tanto tempo.

Vimos B.S. após 2 meses, que nos relatou não ter mais dores e não tomar mais medicamentos para esse fim. Hoje já se passaram 3 anos do tratamento e B.S. está sem dores.

Esse caso parece irreal, porque 10 anos de dores curados em 2 sessões parece mentira. Mas o que podemos falar, é que quando se descobre a raiz do problema, a cura pode ser rápida, especialmente quando existe uma colaboração da pessoa. Com isso não queremos dizer que todos os casos de fibromialgia tem como origem uma mediunidade fechada.

Infertilidade e Ovários Policísticos

B.F.V. (26 anos, jornalista) sofria há um ano de infertilidade e nos últimos 2 meses constataram ovários policísticos como sendo a causa da infertilidade.>
Além disso B.F.V. sofria de dor de estômago e quando a conhecemos estava tomando um remédio muito forte contra a dor.

A avaliação mostrou que os sintomas tinham uma conexão com a relação com o pai na infância. Perguntamos se ela lembrava alguma coisa sobre a infância e em particular relacionada ao pai. A expressão dela mudou, e as palavras começaram sair com um tom de raiva. B.F.V. começou contar quando na idade de 2 anos o pai a abandonou. A acompanhamos durante essa narração e com o nosso sustento ela conseguiu lembrar episódios onde o pai a magoou muito e a desrespeitou em várias situações.

B.F.V. vivenciou naquele momento como foi para ela, aos 2 anos de idade, a visão de família, que certamente não foi boa.

Essa marca da infância, aparece no relacionamento com o marido e, em particular, no fato que não consegue engravidar. No próprio interior B.F.V. acha que engravidar e ter uma família seria cair na mesma situação que ela vivenciou, portanto, inconscientemente ela está se auto sabotando.>
O tratamento se limitou a uma harmonização e a uma ajuda profunda para enfrentar a questão com o pai. A sessão terminou deixando-a aliviada, e com o problema do pai mais presente.

Depois de 15 dias, na segunda sessão, com o diálogo Alma à Alma, conseguindo ajudá-la no processo do perdão e se livrar dessa carga pesada que estava atrapalhando sua vida .

Perdoar significa perdoar com o coração e não somente com a mente. O perdão com o coração liberta na hora de qualquer carga que estávamos carregando.>
O fato de a TISE poder falar com a Alma da pessoa, pode ajudar a confirmar se o perdão é de coração ou somente da mente.

O corpo todo reagiu prontamente, e no nível energético teve uma renovação que B.F.V. percebeu como um bem estar imediato.

Ficamos em contato com ela que, além de melhorar muito a convivência com o marido, pelo desaparecimento de muitos bloqueios da parte dela, depois de 2 meses ficou grávida.>
É sempre muito interessante ver como o nosso corpo reage com os acontecimentos da vida.

Hiperatividade

A hiperatividade é um fenômeno sempre mais diagnosticado nas crianças, mas nós achamos que, na realidade, existem vários fatores que devem ser considerados, antes de tratá-las com remédio. Um caso interessante é N.V. (6 anos) que foi diagnosticada hiperativa, com falta de atenção, dor de cabeça e com um sono inquieto e cheio de pesadelos.

Um fator que deve ser considerado é a possibilidade de uma compressão entre o atlas (primeira vértebra cervical) e o osso occipital. Essa compressão, pela nossa experiência, provoca esses sintomas, atrapalhando muito a vida da criança.
A avaliação mostrou claramente uma forte compressão entre o atlas e o occipital e uma leve tensão em toda a coluna. Durante o trabalho, reequilibramos várias estruturas físicas e energéticas. Em duas sessões conseguimos reequilibrar N.V.

Foi interessante ver, durante o tratamento, a sensibilidade de N.V., que a cada manipulação sutil ela percebia tudo o que acontecia no interior do corpo. Essa resposta é típica das crianças, a sensibilidade delas é maior.
Depois das duas primeiras sessões o resultado foi surpreendente. N.V. conseguiu dormir sonos tranquilos, a hiperatividade e a atenção melhoraram 80% e a dor de cabeça sumiu.

Sua mãe nos relatou como N.V. mudou o lado afetivo depois das duas sessões. Ela está muito mais carinhosa e expansiva, senta no colo pedindo carinho, uma coisa que nunca havia feito.
Tratamos N.V. uma vez por mês por alguns meses, por alguns problemas menores. A hiperatividade e os problemas do sono não precisaram mais de tratamento.

Desânimo

F.D. (56 anos, empresário) estava há 6 meses com um grande desânimo que o deixava sem chão. Ele foi muito ativo a vida toda e, nesses últimos meses, a vontade e a força para trabalhar diminuíram visivelmente.
Ele nos contou que nos últimos 20 anos nunca havia tirado férias. Amava tanto o trabalho que trabalhar era como sair de férias.

A avaliação mostrou vários bloqueios, nos rins, uma falta geral de circulação de energia no corpo, nos chakras e um problema físico na parte cervical da coluna.
O trabalho começou nos rins, onde tiramos o bloqueio e equilibramos a energia dos mesmos.

A Alma nos convidou, em seguida, a tratar a parte cervical, onde foram reposicionadas algumas vértebras e foi realinhado o canal energético.
Esse realinhamento abriu a energia no corpo todo, o que muito nos ajudou para restabelecer uma boa circulação da mesma. Tudo isso levou cerca 40 minutos. Terminamos a sessão equilibrando os chakras e mostrando para ele que substituir as férias com o trabalho não é a mesma coisa.

As férias, mesmo que breves, são muito importante para reenergizar o corpo e relaxar o físico e a mente.

Encontramos com F.D. após 2 meses, que nos relatou como a vida dele mudou, conseguiu tirar férias de 5 dias onde, além de descansar e se reenergizar, entendeu a importância do lazer para o bem-estar e a saúde do corpo, mente e alma.

Depressão

F.G. foi encaminhada para uma sessão de TISE a terapia da Alma pela própria psicóloga. Ela estava em depressão havia 10 anos e durante este tempo tomava antidepressivos e calmantes.
O seu ex-marido, depois de 25 anos de casamento, tinha ido embora com uma mulher 20 anos mais jovem e F.G. nunca conseguiu perdoá-lo.
Estava vivendo com muita raiva e mágoa e não conseguia ter outro relacionamento sem pensar no seu ex-marido.

O tratamento nos levou diretamente ao fígado. A sensação era que o fígado queria “sair” do corpo, explodir. Descrever uma sensação não é fácil, mas imaginem bolhas no interior do fígado, que saiam estourando e liberando energia. Tudo isso durou uns minutos e, nesse tempo, a nossa tarefa era só ficar à escuta e acompanhar o que estava acontecendo.

Uma vez liberado o fígado da toda a raiva acumulada, começamos um diálogo com a Alma para ajudá-la a perdoar. Durante o tratamento F.G. começou a chorar e a cabeça dela iniciou a procura de um novo equilíbrio, mexendo-se em várias direções. No momento em que conseguimos facilitar o caminho do perdão, F.G. parou de chorar e se sentiu bem mais leve.

F.G. voltou depois de uma semana, mais feliz. Ela relatou que vomitou bílis por três dias, mas ficou tranquila sabendo que era uma reação de purificação. Explicamos que nesse caso, a bílis que vomitou era toda a raiva e o rancor que saíram de seu corpo, e que não podia ter acontecido coisa melhor.

Foi incrível notar como a estrutura energética e física do fígado e do tórax estavam diferentes. Aplicamos um tratamento geral, para harmonizar e equilibrar todos os corpos.
Ela voltou a fazer terapia com a psicóloga, mas desta vez com uma nova visão do problema.
Ficamos em contato com a psicóloga que nos relatou, seis meses depois, que F.G. encontrou finalmente um novo amor, estava feliz e apaixonada.

Crise de Pânico e Asma

L.E.G. (20 anos, estudante) nos procurou com crise de pânico.
Ela estava em terapia com psicólogo e tomando medicamento para conter as crises.
O remédio estava dando bons resultados, mas ela tinha consciência que isso não era a cura. Ela nos contou que não se relacionava bem com a mãe e com a segunda esposa do seu pai. Em geral não se relacionava bem com mulheres.

A nossa avaliação nos mostrou um trauma profundo e antigo, de forma mais precisa no terceiro mês da gestação dela, quando a mãe a recusou, não querendo ter a filha, ao contrário do pai.
O interessante foi que quando perguntamos a ela, disse que a mãe sempre lhe falou o contrário, que, sendo inesperada, o pai não queria tê-la.

O tratamento foi rápido, conseguimos desprogramar esse trauma e liberar a energia presa, favorecendo um “novo nascimento”e uma mudança profunda. Durante o tratamento percebemos também a dificuldade que ela tinha em se entregar por medo de ser traída.

Esse comportamento é sequela do trauma que tratamos. A rejeição da mãe ainda na gestação, marcou de uma forma tão profunda L.E.G. que na vida não conseguia confiar mais em ninguém.
O trauma não se limitava a esses sintomas, encontramos também um bloqueio na sexualidade e uma tendência a brigar com facilidade.

Uma vez desprogramado o trauma, reabrimos os canais energéticos e harmonizamos os vários corpos. O reequilíbrio levou uns 15 minutos, mas o resultado foi maravilhoso.
L.E.G. agora estava preenchida de energia, ela precisava somente de uma semana de tempo para deixar que o corpo se adaptasse ao novo equilíbrio.

Ela voltou depois de 15 dias relatando que não teve grandes melhoras. A única diferença foi que não procurou o pai com tanta assiduidade como estava acostumada.
Quando a avaliamos, foi interessante notar como um bloqueio energético no meio do tronco estava impedindo que os reequilíbrios proporcionados na primeira sessão se consolidassem. A origem desse bloqueio, que era de fundo emocional, é muito interessante.

L.E.G. gerou, de forma inconsciente, muito medo pela grande mudança que estava acontecendo internamente. Esse medo se instalava nos rins. No interior de cada um de nós existe um lado inconsciente que não quer mudar o nosso estado atual, por mais difícil que esteja a vida é o que conhecemos e partir para algo desconhecido muitas vezes apavora. Portanto ela optava por este porto seguro que, bem ou mal, funcionou por 20 anos!

O trabalho foi rápido, ajudamos a soltar essa energia de medo dos rins que automaticamente abriu o bloqueio, conversando com o interior dela, ajudando-a na entrega. O tratamento continuou quase exclusivamente de forma energética, equilibrando os vários corpos realizando os coligamentos necessários para dar uma harmonia geral.

L.E.G. nos relatou após 30 dias que a sua vida mudou, a insegurança e o vazio interior não tomavam mais conta dela. Começou a perceber que internamente reinava uma tranquilidade profunda. Em acordo com o médico L.E.G. Começou a diminuir a dose dos remédios até parar, e podemos dizer que começou uma nova vida.

É claro que para ter uma mudança desse tipo, a pessoa deve estar disposta a se colocar em discussão e, em particular, ter uma mudança de atitude. O simples fato de fazer terapia não é suficiente para ter mudanças tão significativas.

Autismo

(16 anos) é um aluno da AMA de uma cidade do interior de São Paulo. Ele é autista, não fala, mas entende quase tudo, apresenta comportamento violento consigo mesmo, procurando se ferir na cabeça, nas costas e nos braços e dorme só 2 horas por noite, deixando sua mãe desesperada.

A nossa experiência com pessoas autistas como C.V. nos mostra geralmente uma restrição física na base craniana, que pode ser a causa deste tipo de comportamento violento. Após uma avaliação em CV, direcionamos o trabalho na base craniana, onde realmente havia uma forte compressão.

A restrição era múltipla e foi necessário duas sessões, com 15 dias entre elas, para conseguir soltá-la completamente. O tratamento é suave e ao mesmo tempo profundo o que fez com que ele ficasse bem tranquilo durante o tratamento.

Após a segunda sessão C.V. não apresentava mais o comportamento violento, parou totalmente, mas ainda não dormia a noite toda. O tratamento dele continuou por quatro meses, passando por tratamentos gerais. Ele nunca mais teve comportamentos violentos e autodestrutivos e a convivência na escola melhorou, passou a ter também mais atenção nos trabalhos. O sono melhorou levemente mas ainda dorme muito pouco.

Ansiedade

Conhecemos B.R. (professora, 40 anos) na apresentação de uma palestra sobre a TISE a terapia da Alma que nessa ocasião deitou-se na maca para uma demonstração.
Ela reclamava de uma dor na perna esquerda há 5 anos, após ter batido violentamente contra a pia.

Uma semana depois da demonstração ela voltou para uma sessão completa.
Além da perna, ela contou que sofria de ansiedade e de insônia. A avaliação nos mostrou que as dores físicas eram somente a “ponta do iceberg”, tínhamos a forte sensação de que era alguma coisa profunda, por enquanto ainda não acessível.
O trabalho da primeira sessão foi um reequilíbrio, criando estrutura para acessar à raiz profunda.

A segunda sessão foi depois de duas semanas, B.R. Nos relatou que teve vômitos, muita ansiedade e nervosismo, a tal ponto de pedir licença na escola onde trabalhava porque não conseguia mais se relacionar com os alunos com tranquilidade e tinha receio de perder o controle.
Nesse atendimento conseguimos acessar a raiz profunda.

Ao acessar essa restrição B.R. começou uma “viagem” no seu interior, onde da nossa parte ficamos sustentando e acompanhando. Ela viu várias imagens antes de se sentir no útero da sua mãe. Ela já estava com 9 meses de gestação e, com expressão de medo e ansiedade no rosto, ela contou que não queria nascer, porque seus pais não a queriam!

Com o trabalho de dessensibilização a ajudamos a nascer, logo a seguir nos relatou que, uma semana depois de seu nascimento, o pai queria jogá-la da janela. Foi necessário um bom tempo para dessensibilizar aquele trauma, mas o resultado foi maravilhoso.
B.R. se tornou uma nova pessoa, a ansiedade sumiu, conseguindo voltar a ensinar com tranquilidade.
Ela se libertou de traumas que nem sabia da existência, além das melhoras físicas melhorou também o relacionamento dela com os homens, que até então havia sido bem difícil.

Ansiedade

Conhecemos B.R. (professora, 40 anos) na apresentação de uma palestra sobre a TISE a terapia da Alma que nessa ocasião deitou-se na maca para uma demonstração.
Ela reclamava de uma dor na perna esquerda há 5 anos, após ter batido violentamente contra a pia.

Uma semana depois da demonstração ela voltou para uma sessão completa.
Além da perna, ela contou que sofria de ansiedade e de insônia. A avaliação nos mostrou que as dores físicas eram somente a “ponta do iceberg”, tínhamos a forte sensação de que era alguma coisa profunda, por enquanto ainda não acessível.
O trabalho da primeira sessão foi um reequilíbrio, criando estrutura para acessar à raiz profunda.

A segunda sessão foi depois de duas semanas, B.R. Nos relatou que teve vômitos, muita ansiedade e nervosismo, a tal ponto de pedir licença na escola onde trabalhava porque não conseguia mais se relacionar com os alunos com tranquilidade e tinha receio de perder o controle.
Nesse atendimento conseguimos acessar a raiz profunda.

Ao acessar essa restrição B.R. começou uma “viagem” no seu interior, onde da nossa parte ficamos sustentando e acompanhando. Ela viu várias imagens antes de se sentir no útero da sua mãe. Ela já estava com 9 meses de gestação e, com expressão de medo e ansiedade no rosto, ela contou que não queria nascer, porque seus pais não a queriam!

Com o trabalho de dessensibilização a ajudamos a nascer, logo a seguir nos relatou que, uma semana depois de seu nascimento, o pai queria jogá-la da janela. Foi necessário um bom tempo para dessensibilizar aquele trauma, mas o resultado foi maravilhoso.
B.R. se tornou uma nova pessoa, a ansiedade sumiu, conseguindo voltar a ensinar com tranquilidade.
Ela se libertou de traumas que nem sabia da existência, além das melhoras físicas melhorou também o relacionamento dela com os homens, que até então havia sido bem difícil.

Choro contínuo no recém-nascido

M.C. (10 meses) a 3 meses chora muito a noite e também durante o dia, aparentemente sem motivo. Aos 2 meses e meio de idade começou um barulho nos pulmões que permanecia.
Durante a avaliação sua Alma nos levou a região do tórax e tivemos a sensação da mãe tê-lo abandonado quando tinha 2 meses.

No primeiro momento a mãe respondeu que não, mas insistimos e a ajudamos pedindo mais detalhes para tentar descobrir o que tinha acontecido.
Ela lembrou que ela teve uma gripe muito forte, e por medo de passá-la ao filho se afastou por alguns dias.

Esse afastamento gerou em M.C. o sentimento de abandono pela mãe, que até 2 anos de idade é o único ponto de referência e proteção que os bebês têm.
Esse sentimento de abandono se manifestou em primeiro lugar com o barulho nos pulmões e, mais tarde, com crise de choro cada vez que a mãe o deixava sozinho.

Tratar os bebês é maravilhoso, porque eles quase não tem barreiras, portanto a desprogramação e a dessensibilização do trauma são rápidas.
Conversamos com a mãe depois de um mês que nos contou como M.C. dorme tranquilo e as crises de choro se manifestam só por razões bem evidente.
Tivemos a oportunidade de conversar depois de 4 meses com a mãe que confirmou o bem estar do filho.

Cólica e refluxo nos recém-nascidos

L.M.R., 43 dias, sofria de refluxo, com vômito e cólica desde o nascimento.
Os pais estavam tratando com remédio para vômito e outro para dores, mas sem resultado.

A primeira avaliação nos levou de forma bem clara na articulação atlas-occipital que, por experiência, sabemos estar correlacionada com o refluxo e a cólica.
Tratamos, o que a soltou rapidamente, reequilibrando também a energia na coluna, que não estava fluindo livremente.

Durante o trabalho energético da coluna percebemos um desequilíbrio na região pulmonar e perguntamos para os pais se a bebê manifestava algum sintoma respiratório.
O pai comentou que desde os primeiros dias ela tinha um chiado, até então inexplicado pelos médicos.

Perguntamos para a mãe se, durante a gestação, havia passado um susto ou alguma coisa parecida. Ela relatou que aos seis meses teve crises de pânico!
Explicamos como essas crises afetaram a pequena na barriga, atingindo os pulmões e os rins, a nível energético.
Tratamos os dois órgãos, limpando-os do trauma vivenciado na gravidez.

É interessante ver como o corpo grava na memória celular cada trauma vivenciado na nossa vida e como eles afetam a nossa existência no dia a dia.
O que é mais maravilhoso é ter acesso a essas informações e poder tratá-las, liberando a pessoa de sintomas indesejáveis.

L.M.R. voltou no nosso consultório depois de um mês, dizendo que a filha havia parado de regurgitar por três semanas, mas nessa última semana o vômito voltou com muita força.
Ela relatou que as cólicas pararam, bem como o chiado.

Avaliamos L.M.R. e, perguntamos para a mãe se ela havia tomado alguma vacina e a mãe confirmou que sim, 10 dias antes.
Explicamos que o vômito dessa semana era o corpo limpando as toxinas da vacinação, da forma que ele achava melhor.

Quando começamos o trabalho, a filha começou a chorar. Estávamos tratando um bloqueio energético na região do sacro e, sendo bebê, era mais sensível ao tratamento.
O bloqueio era no local onde tomou a vacina, assim que libertamos essa energia, a bebê parou de chorar.
Ajudamos também o corpo a limpar as toxinas da vacina.

Entramos em contato com os pais de L.M.R. uma semana depois, falaram que o vômito parou no dia seguinte e que agora a filha estava muito bem.

Cólicas, refluxo, problemas de sucção

A mãe de P.S. (oito meses) nos procurou por indicação de outras mães que receberam ajuda para seus bebês. P.S. sofria de cólicas intestinais e refluxo, além de ter o olho direito lacrimejante deste o nascimento.
Para os problemas de cólica e refluxo estava tomando um remédio, que diminuía ligeiramente os sintomas e quanto ao olho falaram que voltaria ao normal até a idade de um ano.

A nossa experiência com recém-nascidos nos mostra que, na maioria dos casos com sintomas de refluxo ou cólicas intestinais, a causa, que pode ser muscular ou ósseo. está entre o occipital e o atlas, que influencia diretamente no estômago.
Esta restrição pode se formar durante o parto, normal ou cesariana.

A avaliação nos levou na articulação atlas-occipital e, com a ajuda da mãe que distraía a criança brincando, a soltamos. Durante o trabalho liberamos e equilibramos também outras estruturas do crânio, em particular o osso esfenoide, provavelmente a causa do olho lacrimejante. O tratamento continuou com uma avaliação geral do bebê,o reequilíbrio e harmonização dos vários corpos. O ajudamos também na desintoxicação por causa dos remédio que havia tomado até aquele dia.

Orientamos a mãe que poderia ter um pouco de febre ou diarreia durante a noite, uma típica reação do corpo para eliminar as toxinas. Ela nos ligou dois dias depois, relatando que os problemas digestivos e do olho haviam desaparecido, e que P.S. teve febre durante a primeira noite depois do tratamento, mas na manhã seguinte voltou ao normal. P.S. não teve mais cólicas nem refluxos.

Fenda no Palato duro

F.R. (9 meses) apresentava refluxo (a razão da procura da TISE) e uma fenda no palato duro desde o nascimento que causava, pelo diagnóstico médico, impossibilidade de sucção e também uma grande probabilidade de não poder falar. Já estava marcada uma primeira cirurgia, depois que ela completasse um ano de idade.

A mãe nos relatou que ela nunca havia sugado. A nossa experiência com recém-nascidos nos leva a supor que o problema de sucção é devido a uma limitação do movimento vital no osso vômer.

A avaliação mostrou claramente que o osso vômer estava com uma forte limitação de movimento. Começamos tratar o osso vômer que respondeu rapidamente à manipulação, soltando-se e movendo-se em liberdade com o ritmo. Em seguida tratamos a articulação entre o atlas e o osso occipital, que apresentava uma restrição marcada na parte esquerda. A manipulação foi extremamente suave e a articulação soltou rapidamente. Após soltarmos essas duas restrições tratamos F.R. no geral, para dar um bem estar e uma harmonia geral.

Quando terminamos a sessão, pedimos para a mãe de F.R., quando chegava em casa, de dar uma mamadeira para a pequena e ver o comportamento dela.
A mãe de F.R. nos ligou à noite falando que pela primeira vez ela tinha sugado uma mamadeira inteira e não teve regurgitação.

Tratar os recém-nascidos é sempre magnífico e instrutivo. As restrições que eles apresentam, geralmente, são de natureza física e opõem pouca resistência, sendo recentes.

Traumas esportivos – caso 2

J.P.C. (34 anos, dentista) torceu o joelho direito durante um jogo de futebol há 6 meses. Logo após o trauma teve muitas dores, que melhoraram com medicamentos e fisioterapia, porém, ele não conseguia ainda voltar a jogar futebol, pois com o esforço o joelho cedia e as dores voltavam.

Na avaliação detectamos que havia compensações na bacia e no tornozelo. Reequilibramos a bacia e as articulações coligadas bem como a articulação do tornozelo. Foi interessante que durante o reequilíbrio do tornozelo notamos um deslocamento de alguns milímetros da articulação, que provocava uma falta de estabilidade e que era responsável pela sensação de fraqueza do joelho.

No joelho restabelecemos a parte muscular e liberamos o fluxo da energia.
Em apenas uma sessão J.P.C. estava completamente reequilibrado e voltou a jogar futebol.

Traumas esportivos – caso 1

F.T. (38 anos, bancária) levou um coice de cavalo na coxa esquerda, onde se formou um hematoma gigante, edema e fortes dores que a impediam de andar e de ser manipulada com as terapias convencionais.

Começamos a tratar os músculos para ajudar a acelerar o processo de reabsorção do hematoma e do edema. O tratamento foi conduzido para reposicionarmos os músculos, através da livre e espontânea movimentação da perna.

Em três sessões conseguimos obter um bom resultado no local do trauma, restabelecendo seus movimentos normais.

Após seis meses F.T. voltou a nos procurar por outros motivos e relatou que a perna ficou ótima na movimentação, mas apresentava uma pequena deficiência na sustentação do peso do corpo.
Reavaliamos a paciente e encontramos um desequilíbrio energético na região do sacro.
Tratamos essa região desbloqueando a energia presa e restabelecendo o fluxo normal dela, restaurando assim todo o equilíbrio do corpo.

Traumas dentários e faciais

G.T. (25 anos, secretária) sofreu um acidente com o carro há 2 meses, onde bateu o rosto contra o para-brisa. Passou a ter dor local, dores de cabeça e perdeu a simetria do rosto.
O tratamento concentrou-se na cabeça, retirando os traumas causados pelo impacto. O trabalho não se limitou só ao reequilíbrio craniano, mas precisamos manipular todo o sistema bucal. Sempre com um toque suave liberamos o maxilar e o osso palatino à direita, os quais eram a causa da forte dor, e equilibramos o osso zigomático, a causa principal da assimetria facial.

Além desses ossos, a mandíbula também estava deslocada, piorando a assimetria e causando má oclusão.
Provavelmente a dor de cabeça derivava da má oclusão. Equilibramos os dentes, que tiveram também um abalo o que também influenciava na oclusão.
O trabalho demorou duas sessões, mas o resultado foi incrível.
G.T. Não teve mais dor de cabeça e a simetria do rosto voltou ao normal.

Este trabalho, praticado logo em seguida a um trauma, é muito importante para não deixar que o corpo compense as energias externas causando problemas longe do local do trauma, dificultando a associação entre um e outro.

Queda ou acidente

L.B. (38 anos, motorista) há 9 meses tinha sofrido um acidente com seu caminhão, quebrou a bacia (precisamente o acetábulo, a parte da bacia onde se insere a cabeça do fêmur), um braço, bateu a cabeça, o pescoço e teve várias contusões.
Depois da cirurgia para restabelecer a bacia ele começou a reabilitação, mas as dores eram muitas e sempre presentes, o que não o deixava dormir desde o acidente.

A avaliação nos direcionou principalmente para a região sacral e para a coluna, onde encontramos várias contrações e deslocamentos. O que nos chamou muito a atenção foi o trabalho na coluna, que durou quase 30 minutos. Foram reposicionadas, com toques suaves, quase todas as vértebras. Durante esta fase L.B. não percebeu dor alguma e, em consequência, todas as fáscias musculares das costas relaxaram.

No final da sessão, perguntamos como ele estava e se havia percebido alguma coisa.
L.B. ficou com uma cara atordoada, se perguntando como era possível ter percebido as vértebras voltarem ao lugar se nós estávamos com as mãos na base do crânio!
Quando se levantou, surpreendeu-se ao sentir o próprio corpo bem, sem dor!
A maioria das dores presentes na coluna e na bacia sumiram. As únicas dores que ficaram foram as da articulação do quadril e na perna.

L.B. voltou depois uma semana. Estava muito feliz porque conseguiu dormir sete noites inteiras, sem dores na coluna e na bacia, mas doía ainda a articulação do quadril e o joelho.
Nessa sessão o trabalho foi direcionado para a perna, onde a Alma nos mostrou a necessidade de desprogramar o trauma do acidente na perna. No final do trabalho na perna, onde o próprio membro realiza movimentos espontâneos para se reequilibrar, L.B. nos relatou que, durante o procedimento, vivenciou de novo pela primeira vez, o acidente! (nós chamamos a isso de memória celular!).

L.B. encontrou novamente o prazer de viver e andar sem bengala. A única coisa que ainda doía era a articulação do quadril.

L.B. nos relatou, depois de 8 meses, que passou por uma cirurgia de prótese do quadril. Na primeira cirurgia, depois do acidente, a reconstrução do acetábulo não deu certo e o único jeito para tirar aquela dor constante no quadril foi a prótese.

Problema Ortopédico

R.C. (76 anos, aposentada) sofria há 2 anos de fortes dores nos pés, com formigamento quando levantava e andava. Esta situação a deixava desanimada e emocionalmente desestabilizada.
Buscou ajuda de vários profissionais, sem conseguir um diagnostico ou melhora do quadro clínico.

Nossa avaliação mostrou uma restrição no canal dural, na região da terceira, quarta e quinta vértebras cervicais. Tratamos diretamente o canal dural, que se revelou muito resistente, particularmente na altura da terceira vértebra. Com paciência e suavidade a coluna e o canal dural se reequilibraram. Além da vértebras, trabalhamos outras estruturas físicas e finalizamos com uma harmonização dos corpos energéticos. O reequilíbrio na região da bacia e das pernas, ajudou a energia fluir livre.

Quando R.C. levantou-se ficamos todos muitos surpresos pela rapidez com que o problema foi resolvido.

Revimos R.C. após 1 mês, que confirmou a ausência de dor.
Este caso nos mostra realmente a importância de que, quando tratamos a causa do problema e não o sintoma, a melhora é instantânea e persistente.

Dores nas costas e pescoço

E.G. (estudante de fisioterapia, 21 anos) nos procurou depois ter assistido a uma palestra sobre a TISE a terapia da Alma. Ela nos contou que, nos últimos 4 anos, sofria muito de dores no pescoço e na parte alta das costas. O diagnóstico médico foi tensão excessiva e receitado um mio-relaxante.
Quando a dor aumentava muito, ela recebia massagens dos colegas da faculdade.

Na avaliação a Alma nos levou a um trabalho de distensão da coluna, uma vez relaxada esta parte, percebemos que a raiz do problema era mais profunda. Começamos a trabalhar na região torácica e a cabeça de E.G. virou para direita e parou na máxima rotação, ficando assim o tempo todo da sessão, e começou a chorar. Este era um bom sinal, significava que a casca da restrição havia quebrado e alguma coisa estava saindo.

Ela começou a nos contar que, depois que entrou na faculdade, sempre adotou uma postura falsa para conviver com os outros.

Convidamos e a sustentamos para descobrir a sua verdadeira natureza. Ela conseguiu ver que a máscara que usou nesses anos era a proteção de situações que ela viveu durante a adolescência. Nessa época, cada vez que era ela mesma, os amigos não a entendiam e ela se sentia rejeitada. A ajudamos a dessensibilizar estes acontecimentos, e no final a cabeça voltou ao centro.

Encontramos E.G. depois de 2 meses, quando nos relatou que o pescoço e as costas nunca mais doeram, e que agora ela sabe se expressar verdadeiramente, sem medo da reação dos outros.

Dor de Garganta

A.V. (30 anos, consultor em informática) nos procurou depois que a sua mulher teve um bom resultado com a TISE a terapia da Alma.
Ele sofria, desde os 6 anos de idade, de inflamações e dores na garganta, com uma frequência de duas a três vezes por mês. Ele vivia à base de antibiótico, mas a cura era só parcial. Além disso, a quatro anos, sofria também de cálculos renais com crises uma vez por ano.

Foi interessante porque a avaliação para o problema na garganta nos levou aos rins e depois no coração, tudo a nível energético.

Durante o tratamento percebemos que o trauma foi sofrido quando A.V. tinha uns 5 anos, quando os pais se separaram e ele foi morar com a mãe e os irmãos em outra cidade.
Com o diálogo com a Alma o ajudamos a se libertar do medo e tristeza que tinha passado nessa fase da separação.

A verdadeira causa dos problemas na garganta era porque ele nunca soube expressar a tristeza e a dor por todos esses anos. Ele cresceu com um grande peso no seu interior, sem nunca expor seus sentimentos.

Conseguimos dessensibilizar essa parte, mas o trabalho ainda não estava concluído, porque só soltamos a primeira restrição de energia que estava na região renal.

Faltava liberar a outra restrição no coração.
Essa nos levou aos 25 anos de idade, exatamente quando se casou. Contou da vontade que tinha de se casar, mas também, do grande medo! O ajudamos a ir mais profundo e descobrir a origem de todo medo.

Chegamos a conclusão de que os problemas renais eram uma resposta ao medo do casamento.
Esse medo nascia da experiencia que A.V. vivenciou ainda na infância com a separação do seu pais.
Sendo que o casamento deles terminou enquanto ainda eram jovens, o fato dele casar despertou o medo da infância, que se depositou nos rins. (A nossa visão é muito parecida com a da Medicina Tradicional Chinesa a respeito dos órgãos e suas relações com as respectivas emoções guardadas) Uma vez dessensibilizado o trauma, também a última restrição soltou, e terminamos a sessão harmonizando os corpos todos.

Encontramos A.V. depois de dois meses que nos relatou que a dor de garganta nunca mais apareceu, para a dor renal precisava esperar mais um tempo, para ter certeza de que conseguimos ajudá-lo.

Dor de Cabeça

B.N.T. (43 anos, dona de casa) sofria de dor de cabeça há 6 meses. Já tinha consultado um neurologista que não encontrou nenhum problema particular como causa da dor.
Ela tomava remédio para diminuir a dor para conseguir manter sua rotina.

Foi muito interessante porque a avaliação mostrou que a causa do problema era uma batida na bacia, e perguntamos se ela havia caído ou sofrido algum trauma na bacia, mais ou menos a 6 meses atrás.
Ela respondeu que nunca teve traumas ou quedas.

Começamos o tratamento equilibrando a bacia e restabelecendo a liberdade de cada osso. Assim tratamos toda a coluna e liberamos a articulação do crânio com a coluna. Essas liberações foram tanto físicas como energéticas para dar uma harmonia geral dos corpos.

Durante o tratamento B.N.T. lembrou-se que a 6 meses atrás tinha escorregado, caiu e bateu o quadril direito.
A causa da dor de cabeça foi o tombo, nosso corpo está todo conectado, batendo o quadril desencadeou um desequilíbrio tbm na cabeça gerando a dor. A dor de cabeça sumiu, além disso, B.N.T. também percebeu que quando caminha sente mais leveza na bacia.

Dor articular

I.M.(46 anos, médico) veio no nosso consultório por uma dor e inflamação no ombro. Essa dor o acompanha a mais ou menos 25 anos, e se manifesta depois de um esforço físico.

Antes de se tornar médico era um profissional de voleibol, esporte que ainda está no seu coração e por tanto ele adora praticá-lo nos finais de semana.
Mas depois do jogo o preço que pagava pela dor no ombro era grande e assim começou procurar ajuda. Os médicos aconselharam uma cirurgia, o diagnóstico era que o osso acromion estava espesso demais e durante o movimento do braço esfregava contra os tecidos inflamando-os.

Quando avaliamos I.M. encontramos uma restrição no pulmão direito e a percepção de uma perda sofrida. Perguntamos para I.M. se, tinha sofrido uma perda em família ou de um amigo muito próximo. Ele contou que aos 24 anos perdeu o irmão num acidente.

Tínhamos a sensação de que ele sustentou, na época, uma carga muito grande. Ele nos relatou que foi ele que sustentou a família toda, sem deixar transparecer em nenhum momento a sua dor.
Começamos um diálogo com a Alma para ajudar profundamente a desprogramar todo aquele sofrimento. A energia na restrição mudou rapidamente e nos permitiu harmonizar o corpo todo.

Durante o trabalho percebemos que I.M. teve problemas pulmonares na vida pela densidade dos tecidos e da energia era típica de patologia.
Ele confirmou que a 26 anos teve tuberculose exatamente no terço superior do pulmão direito, e que o fôlego era bom, mas era consciente que não estava desfrutando a plenitude dos pulmões.
Quando terminamos orientamos que seria muito bom que ele compartilhasse o acontecido daqueles anos com um ou mais familiares, falar sobre tudo o que ele carregou sozinho. Isso era o último elo para a cura total do ombro.

Falamos com I.M. após um mês e ele nos relatou que teve muita dificuldade em compartilhar com os familiares os acontecimentos, mas percebeu claramente que ao compartilhar levava sentia um alívio e uma melhora significativa no ombro.

Esse exemplo mostra como a cura depende também do paciente e não somente do terapeuta.
Queremos lembrar que cada um é responsável pela própria saúde, muitas vezes alterada por causa de pensamentos, comportamentos ou atitudes não muito funcionais.

Distrofia Muscular

A.T. (dois anos e meio) nasceu com distrofia muscular. Apresentava problemas motores que não a deixavam andar e só conseguia ficar em pé segurando-se em alguma coisa, A.T. era uma criança muito alegre e positiva. Ela passou as férias de Natal na casa da avó (mora em outro estado), o que criou a oportunidade de ser tratada com a TISE a terapia da Alma, sendo que a avó havia tido boas referências a respeito.

Era impressionante ver a alegria da menina, apesar do problema que ela tinha. Na primeira sessão o tratamento se concentrou mais na parte física, trabalhando uma forte restrição nos parietais (ossos da cabeça) e um desalinhamento da coluna e da bacia. Tratar uma criança é sempre uma experiência maravilhosa, parece que ela sabe muito bem o que o terapeuta está fazendo nela. Não obtivemos grandes resultados depois da primeira sessão, mas, como ela morava a 600 km, propusemos à sua mãe fazer três sessões por semana, enquanto estava na avó.

A.T. colaborou muito e conseguimos soltar as restrições principais e realinhar o corpo depois de quatro sessões.

Na quinta e última sessão o trabalho tornou-se mais energético. A energia não fluía corretamente na coluna e, como consequência, no corpo todo. Um diálogo mais profundo com a Alma, mostrou parte do porque a A.T. veio com essa doença. Existem coisas que podem ser explicadas e outras que podem somente ser aceitadas. Nesse caso fizemos um reequilíbrio energético geral, fazendo com que a energia na coluna fluísse mais plena possível. Isso ajudou na energização da bacia e das pernas.

No final da sessão aconselhamos a mãe a levar a filha à piscina e brincar. Esse seria um ótimo exercício para estimulá-la a andar (na água é bem mais fácil) e a orientamos a procurar um terapeuta da TISE na sua cidade para continuar o tratamento.

Ficamos em contato com sua avó, que de vez em quando nos ligava contando as novidades sobre a netinha.

Depois de 2 meses A.T. conseguiu andar na piscina (que frequentava 2 vezes por semana) e 4 meses mais tarde a avó relatou que A.T. começou a andar, com muita dificuldade, com a ajuda de um andador, mas ainda o meio de locomoção é a cadeira de rodas.

Zumbidos e problemas de pele

F.A.P. (19 anos, estudante) sofria há 10 anos de problemas de pele, com erupções cutâneas que começavam pelo dedo médio e se estendiam por toda a mão e há 5 anos sofria também de zumbido.
Ela tomou vários remédios, mas a única coisa que acontecia era uma melhora temporária da pele quando usava creme com cortisona.A avaliação nos mostrou que os sintomas tinham uma ligação direta com o coração, a sensação da causa foi a de uma perda e o coração estava fechado.
Ela nos contou que o pai tinha falecido a 10 anos. A ajudamos a ir mais profundo, para enxergar as marcas que ficaram com a morte do pai. Em pouco tempo ela conseguiu perceber que logo depois que o pai faleceu, ela fechou o coração para ele.

A morte do pai representou para ela uma traição, e ela a vivenciou fechando o coração, parando de amá-lo. Nesse momento, estávamos com a causa dos problemas de pele. É interessante saber que, quando se fecha o coração, ao nível energético o pericárdio (a parte externa do coração) fica duro, e no dedo médio termina o meridiano energético do mesmo!

Dessensibilizamos e a ajudamos a soltar e abrir o coração. Terminamos a primeira sessão deixando-a mais tranquila e explicando que precisava de um tempo para ter melhora física na pele.
Após 15 dias F.A.P. voltou e a avaliação mostrou muita tristeza na região dos pulmões. Era claro que essa tristeza estava relacionada com o pai, mas o problema foi que após mais ou menos 5 anos de sofrimento ela não conseguia sustentar mais tanta tristeza e decidiu não sofrer mais, negou a tristeza que estava la.

O corpo, máquina inteligente que é, respondeu a este pedido com um zumbido bilateral, de modo que o barulho ocupasse a cabeça dela e não ficasse mais disponível para escutar a tristeza.
O trabalho de dessensibilização foi trabalhoso, mas o resultado valeu a pena.

A restrição de energia localizado na região do coração soltou completamente, a ajudamos a limpar os pulmões de toda aquela tristeza e a orientamos a alimentar a abertura do coração para o pai.
F.A.P. fez uma terceira sessão após 15 dias, onde nos relatou que o zumbido tinha sumido e a pele teve uma melhora de 50%.

A vida dela mudou, conseguia compartilhar com os familiares as próprias emoções e se aproximou ainda mais deles.

Trauma do Parto

M.O. (43 anos, comerciante) é uma aluna da TISE, e como outras pessoas, frequenta nossos cursos unicamente para o próprio desenvolvimento interior.
Durante o trabalho em um curso, foi pedido para avaliar a prioridade, quer dizer, perguntar para a Alma o que ó mais importante a ser trabalhado.A avaliação mostrou uma restrição na região do coração e tivemos uma forte sensação de rejeição.
Começamos o trabalho aliviando o medo que estava tomando conta dela. Quando se acalmou conseguimos perceber que a rejeição era ainda quando ela estava na barriga da sua mãe.
M.O. é primogênita e de origem japonesa, e o pai dela era e é ainda muito tradicionalista, portanto ele queria que o primeiro filho fosse um homem.

Foi interessante ver como M.O. não queria nascer, sabia que encontraria um mundo que não a queria. Essa rejeição a marcou muito, ela nunca se achava boa o suficiente e carregava, inconscientemente, muita responsabilidade para demonstrar ao pai que, mesmo sendo mulher, era boa.

Conseguimos desprogramar esse registro e ajudamos M.O. a vivenciar um parto tranquilo, sem medo de não estar a altura das expectativas dos outros mas simplesmente ser ela mesma.
Reequilibramos e harmonizamos os vários corpos deixando ela tranquila e serena.

Duas semanas depois ela nos contou como a vida dela mudou, a ansiedade e preocupação que a acompanhavam desapareceram, ela conseguiu melhorar a relação com o marido e também com a família toda. Ainda hoje ela nos agradece pela oportunidade que teve e porque agora conhece o que é a felicidade de viver.

Tratamento em Animais

O campo de aplicação da TISE é ilimitado, pode ser aplicada em qualquer ser vivo.
F. nos procurou com a filha J.F., de 11 anos, porque o cavalo com o qual ela estava treinando para competições tropeçou e caiu durante uma prova, batendo a cabeça.
Desde então ele se recusava a treinar e, ao invés de saltar, jogava J.F. no chão.

Até o acidente os dois tinham conseguido resultados excelentes e essa situação estava prejudicando a possibilidade de competir a nível mundial.
A mãe tinha duas preocupações, uma com o cavalo e a outra com a filha, que estava caindo muito com a reação do cavalo.
Avaliamos logo a filha, que não apresentava nenhum problema, a não ser a grande vontade de voltar a competir.

Trouxeram uma foto do cavalo e através dela pudemos nos conectar energeticamente com ele.
A avaliação nos mostrou que a batida sofrida provocou uma restrição, óssea, na parte esquerda acima do olho.
Tratamos essa restrição à distância, energeticamente que, quando soltou, levou a um reequilíbrio dos tecidos envolvidos nessa parte do crânio.

Finalizado o tratamento a nível físico, precisamos reequilibrar também o corpo energético para deixá-lo em perfeita harmonia.
O tratamento durou uns 20 minutos. V.F. nos relatou, após uma semana, que a filha e o cavalo voltaram a treinar e a competir em plena harmonia.

Raqui-anestesia

M.L.(46 anos, funcionária pública) sofria com dores na coluna e enxaqueca há 20 anos. Para os médicos, a origem desses problemas era consequência da raqui-anestesia que tomou no seu último parto. M.L. Já tinha dores na coluna dores na coluna mas, após esse parto tudo piorou, começou também uma enxaqueca terrível (desde o primeiro dia após o parto) que a acompanhou durante todos esses anos. Ela estava tomando vários medicamentos.

A nossa avaliação mostrou que a dor de cabeça e as dores nas costas tinham a origem exatamente onde foi aplicada a raqui.
O tratamento foi geral, concentrado especialmente no canal dural onde, durante o relaxamento do mesmo M.L. percebeu um tremor, o mesmo que teve quando a raqui foi aplicada 20 anos atrás. Desprogramamos a parte que estava “contaminada” com a raqui e favorecemos o fluir livre da energia.

M.L. voltou após 15 dias, contou que no dia da sessão à noite, sentiu dores ao redor do umbigo e um leve estado febril e por uns dois dias sentiu dores nas nádegas e nos ossos.
No terceiro dia levantou e, com muita surpresa, percebeu estar sem nenhuma dor e com uma alegria interior.

A segunda sessão foi mais focada em ajustes físicos e um trabalho de harmonização mais profundo a nível energético.

Psoríasi

C.P. (mecânico, 30 anos) nos procurou depois ter assistido a uma palestra sobre a TISE. Ele nos explicou que, depois que seu filho nasceu, 8 anos atrás, começou a aparecer psoríase no corpo dele, e que se expandiu com o tempo até cobrir pernas, braços, costas, tórax, abdômen e parte da cabeça. Ele já havia passado por vários dermatologistas e, quando tomava um remédio ou aplicava creme com cortisona, a psoríase diminuía de intensidade, mas o efeito do remédio durava apenas algumas semanas, voltando ao estado anterior quando parava com o tratamento.

A avaliação nos mostrou uma ligação entre a psoríase e um medo de ser pai.
Começamos o tratamento e percebemos que esse medo tinha uma origem bem mais longe, na época da sua infância, onde sofreu muito. Durante o trabalho ele comentou que a sua criação foi sofrida por causa do pai, que conseguia ganhar dinheiro e perdê-lo em pouco tempo, trazendo assim para a vida da família um sentimento negativo de viver sem chão e sem segurança financeira.
Enquanto C.P. lembrava da própria vida, nos dessensibilizamos os acontecimentos passados, que o ajudou a enxergar e entender de outra forma tudo o que tinha passado.

C.P. voltou para uma segunda sessão depois de 15 dias, e o trabalho foi mais direcionado a um reequilíbrio e harmonização geral. Explicamos para ele que a causa da psoríase não existia mais no corpo dele, mas para haver uma melhora definitiva, precisava de um pouco de paciência (pelo menos 2 meses), porque o processo de cura fisiológica do corpo não pode ser apressado.

Ficamos em contato com C.P. que nos mostrou, depois de 3 meses, como nos quatro membros e na cabeça a psoríase praticamente sumiu. Ainda tinha uma pequena parte nas costas, mas era só uma questão de tempo para sumir totalmente. Encontramos com ele depois de 5 meses, e ele nos confirmou que a psoríase estava totalmente curada.

Este caso mais uma vez nos mostra a importância de procurar a causa do problema, para saber exatamente onde e como trabalhar, para que não aconteça de simplesmente tirar o sintoma e deixar a causa, o que faria com que a manifestação da doença voltasse.

Placas na garganta

J.L., 4 anos, sofria de refluxo com vômitos desde que nasceu.
A um ano começaram a se formar placas na garganta, que foram tratadas com antibiótico. As placas voltavam regularmente a cada mês e, como consequência, ele precisava tomar antibióticos regularmente para minimizar o problema.

Quando o avaliamos, percebemos que o sistema imunológico estava enfraquecido, e a causa físico\energética era situada na altura da articulação entra a coluna e a cabeça.
Além de tratar essa articulação, foram harmonizados os corpos energéticos e trabalhada a parte emocional de J.L.

Durante o tratamento foi estimulado e fortalecido o sistema imunológico, e aconselhamos a procura de um médico homeopata para ajudar a tratar o terreno e equilibrar o organismo.

J.L. voltou após 2 meses. A mãe nos relatou que as placas pararam definitivamente de aparecer e não precisou mais usar antibióticos, mas agora se queixava de uma alergia na pele que já estava presente anteriormente, e que agora se agravou e do aparecimento de uma febre sem explicação.
Já tinha passado com o médico homeopata que explicou que esses sintomas eram devidos à reação do corpo ao tratamento homeopático, que estava limpando o organismo.

Concordamos com esse diagnóstico, e percebemos quanto o fígado estava tentando se desintoxicar dos remédios que havia tomado antes. O ajudamos energeticamente nesse processo de desintoxicação, favorecendo uma limpeza do sangue.
J.L. precisou tempo para reconstruir a própria estrutura imunológica, mas em alguns meses ficou ótimo.

Hipotireoidismo

R.P.G., 49 anos (dona de casa) sofria a 3 anos de hipotireoidismo.
Nesse tempo estava em tratamento alopático, tomando hormônio para ajudar a tireoide a trabalhar.
Ela também nos relatou que 2 meses antes de ter problemas com a tireoide a sua mãe havia falecido.
Por causa da perda da mãe, R.P.G. fez tratamento com uma psicóloga durante 2 anos, tentando se livrar da dor e da angustia deixadas pela perda.
Foi muito interessante como a avaliação mostrou que o trabalho feito pela psicóloga havia sido ótimo. Realmente ela tinha tirado o trauma da perda a nível psíquico, mas ainda permanecia presente na memória celular aquela energia da perda. Nosso trabalho entrou logo na profundidade e percebemos como a perda da mãe foi inesperada e imprevista.

Ela confirmou que a mãe havia falecido durante a noite, dormindo, por isso foi inesperada.
Essa era a causa do hipotireoidismo. O fato de a mãe falecer durante a noite pegou R.P.G. desprevenida, criando um sentimento de impotência a respeito da morte, de tamanho desproporcional.

Esse sentimento gerou uma frustração interna manifestada como “viver a vida lentamente, sem motivação”, e a tireoide cumpriu esse papel.
Dessensibilizamos o acontecido com o diálogo Alma-Alma, e reequilibramos as estruturas físicas e energéticas.

R.P.G. continuou tomando remédio por um mês até que foi fazer um exame de controle, onde foi constatado que o valor do hormônio da tireoide havia voltado aos parâmetros normais.
Ela parou de tomar remédio e até agora, quatro meses depois, a tireoide trabalha regularmente.

Hérnia de disco

R.M. (27 anos, comerciante) viajou 700 km para ser atendida por causa de uma hérnia de disco, entre L4 e L5. Há 2 anos a hérnia a estava incomodando mas, nos últimos 4 meses, a vida dela ficou insuportável e, em acordo com o médico, já havia marcado a cirurgia.

Foi interessante observar como a hérnia apareceu em concomitância com o nascimento da filhinha dela de 2 anos. A avaliação mostrou uma carência energética nos rins e a nossa sensação foi medo de não conseguir ser uma boa mãe.

Durante o tratamento conseguimos perceber como a mãe dela costumava repreendê-la, na sua infância, por sua vivacidade e, em particular, não conseguindo passar para ela autoconfiança. Pelo contrário, R.M. era uma pessoa com baixa autoestima, e conseguimos definir que a causa da hérnia era o grande medo que sentia de não ser uma boa mãe, não conseguir levar a tarefa adiante e falhar.
No trabalho de dessensibilização foi maravilhoso ver como R.M. erguia a cabeça, a cada nova percepção que tinha do problema.

Revimos R.M. depois de 2 semanas. A dor insuportável havia sumido, ficando só uma leve dor muscular, que tratamos com algumas manipulações suaves. Mas, o mais importante, era ver as mudanças dela com a filha e, em consequência, com o marido. R.M. me contou como a vida dela mudou. Sentia como se tivesse aberto uma janela e finalmente entrava luz.
Tratei R.M. a cada 2 meses, trabalhando em vários aspectos físicos e emocionais, mas o problema da hérnia não se apresentou mais.

Enxaqueca – caso 2

B.F. (34 anos, dona de casa) sofria de uma enxaqueca à 6 meses. Com os remédios alopáticos ela conseguiu uma leve melhora, mas a dor era sempre intensa.

A avaliação mostrou uma conexão direta da enxaqueca com o fígado, e em particular com a alimentação. Testamos as intolerâncias alimentares e, com surpresa para B.F., a causa da enxaqueca era o arroz branco! No primeiro momento ela não acreditou, pois é o alimento principal da comida brasileira, mas a aconselhamos de tirar radicalmente o arroz branco da sua alimentação por uma semana. Se após 4 dias a dor tivesse melhorado, ela poderia continuar o regime por 6 meses.

Ela nos ligou após uma semana dizendo que a dor tinha sumido totalmente. Após 6 meses ela pode reintegrar o arroz na sua alimentação sem consequências.

Esse caso mostra como o nosso corpo comunica conosco. Apesar de conhecermos alimentos mais “alérgicos”, não podemos descartar a ideia de que qualquer um pode nos afetar por um período.

Enxaqueca – caso 1

K.K. (27 anos, consultora em informática) sofria de enxaqueca havia 22 anos. Nesse tempo fez vários tratamentos alopáticos, onde teve poucas melhoras.

A avaliação nos mostrou como a causa do problema era nos primeiro anos de vida. Quando começamos o tratamento a sensação foi de sofrimento por abandono. Durante o processo, K.K. começou chorar e relatar que com 5 anos de idade, sua mãe teve uma convulsão no meio da noite e o pai a levou para o hospital, onde ficou internada um mês. Ela estava chorando porque tinha medo que sua mãe a tivesse abandonado e que nunca mais voltaria.

Nesse momento estávamos no centro do problema, assim, com o diálogo com a Alma, dessensibilizamos o trauma.

Ela exclamou no final da sessão:
“Foi incrível, tudo isso parece irreal e louco, mas estou consciente que alguma coisa mudou em mim”.

K.K. voltou depois de um mês relatando que, viver sem enxaqueca, era para ela um sonho que parecia nunca poder ser realizado.